A loira e seus cavalos…

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A loira ganhou dois cavalos de presente, e os levou para o seu sítio em Petrópolis.

Chamou um de Rock e o outro de Rap.

Querendo diferenciar um do outro, mandou cortar o rabo do Rock.

Mas o Rap se enredou numa cerca de arame farpado, e o veterinário teve de cortar o rabo do coitado.

Resultado: a loira decidiu cortar uma orelha do Rock, mais uma vez, para poder diferenciá-lo do Rap.

Este, entretanto, que era um desastrado, enredou-se novamente na mesma cerca, e acabou tendo a orelha cortada pelo veterinário.

Desolada, a loira aceitou a sugestão do namorado e mandou medir a altura dos cavalos.

De posse do resultado da medição, disse ao namorado:

– Puxa, fiquei feliz! Nunca mais vou confundir os meus cavalos! O branco é dez centímetros mais alto do que o preto!

O crocodilo…

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Apresenta-se no palco um homem com um crocodilo.

Depois de agradecer os aplausos, o homem pega um cassetete, dá uma leve pancada na cabeça do crocodilo e este abre a boca.

O homem abre a calça, ajoelha-se e coloca o pênis na boca do crocodilo.

Começam a rufar os tambores e o público faz silêncio total.

O homem então dá uma segunda cacetada na cabeça do crocodilo.

Este começa a fechar a boca lentamente.

– Uaaahhh! – ouve-se a platéia.

O crocodilo, quando está quase fechando a boca totalmente, para!

Na platéia o silêncio é geral. Apenas se ouve o rufar dos tambores.

O homem dá uma terceira paulada na cabeça do crocodilo e este abre totalmente a boca.

O público explode em aplausos e a orquestra começa a tocar.

O homem se levanta, fecha a calça, e num tom desafiador pergunta aos espectadores:

– Alguém é capaz de fazer isto?

Aí, responde uma LOIRA da platéia:

– Eu faço!!! Só não gosto que me batam na cabeça…

Os fones de ouvido da loira…

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Uma loira entra no cabeleireiro e senta-se para ser atendida.

Como tem fones de ouvido colocados, o profissional que a atende pede-lhe que os tire.

Ela diz:

– Não, nem pensar. Eu não tiro os fones. Vai ter que cortar com eles aí.

– Ouça, mas não dá… Ou faço um mau trabalho ou ainda lhe corto o fio sem querer…

– Se vire! Eu não tiro os fones.

Os dois continuam a discutir por mais algum tempo até que finalmente ele a convence a tirar os fones só no meio do corte, por cerca de um minuto.

O homem trata de todo o resto e finalmente diz a moça que tire os fones por uns breves instantes enquanto dá os retoques finais.

Ela remove os fones, ele começa a cortar, e corta, e corta…

E de repente ela cai estatelada no chão, morta.

O cabeleireiro fica estupefato olhando para ela…

Finalmente cria coragem, abaixa-se, põe os fones e ouve: inspire… expire… inspire… expire…