Bebê indeciso…

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No trem lisboa-porto, viaja uma bela mulher, com um bebê ao colo.
Em frente, vai sentado um cavalheiro.
Subitamente, o bebê começa a chorar e a mulher tira o peito e mete o mamilo na boca do infante. Contudo, a criança continua a chorar e a mulher diz-lhe:
– Meu filho, chupa a teta, senão dou-a a esse senhor à frente.
O bebê adormece e, passados quinze minutos, volta a rebentar em choro.
E a cena se repete:
– Meu filho, chupa a teta, senão chupa este senhor aqui da frente.
A criancinha mama novamente, adormece e meia-hora depois acorda, a berrar desesperadamente.
Assim foram viajando e a cena repetindo-se de tempos a tempos.
Quando faltavam poucos quilômetros para chegar ao porto, mais uma vez a pobre criança repete o ato.
De repente, o cavalheiro se levanta e grita para a mulher:
– Ora, minha senhora! Veja lá se o menino se decide, porque eu já devia ter descido em Coimbra… E estou à espera da decisão do miúdo, pois!

Os Bombeiros da Vidigueira (em Portugal)…

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Um fogo deflagrou num Monte Alentejano.
Os bombeiros foram imediatamente chamados para extinguir as chamas.
O fogo estava cada vez mais forte, e os bombeiros não conseguiam dominar as chamas.
A situação já estava ficando fora de controle, quando alguém sugeriu que se chamasse o grupo voluntário da Vidigueira.
Apesar de algumas dúvidas quanto a capacidade e equipamentos dos voluntários, seria mais uma forma de auxilio.
Assim foi.
Os voluntários chegaram num caminhão velho, desgastado pelos anos e operações de combate.
Passaram em grande velocidade e dirigiram-se em linha reta para o centro do incêndio. Foram até ao meio das chamas e pararam.
Estupefata a população assistiu a tudo.
Os voluntários saltaram todos para fora do caminhão e começaram a pulverizar freneticamente em todos os sentidos. Como estavam no meio do fogo, as chamas dividiram-se, e restaram duas porções facilmente controláveis.
Impressionado com o trabalho dos voluntários da Vidigueira, o dono do monte respirou de alívio quando viu a sua propriedade ser poupada da devastação das chamas. Pegou a carteira e passou um cheque de 5000 euros à corporação voluntária.
Um repórter do jornal local perguntou logo ao comandante dos bombeiros:
– “5000 euros! Já pensou o que vai fazer ao dinheiro?”
– “Penso que é óbvio, não é?” – responde o comandante sacudindo as cinzas do capacete – “A primeira coisa que vamos fazer é arrumar a porra do freio do caminhão!”

A arte do improviso…

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Joaquim ia casar, mas nunca tinha ido para a cama com a sua futura esposa. Então, foi falar com o padre, a fim de obter conselhos preciosos:
– Padre, estou com um problema. Eu vou casar hoje e, você sabe, na lua-de-mel não sei bem o que falar para minha mulher na hora da… você sabe, padre…
– Claro, meu filho. Faça o seguinte: abra a janela, olhe para o céu e diga: “Olha que céu lindo, as estrelas, tão juntas, tão próximas umas das outras, enquanto a lua majestosa parece dominá-las, numa harmonia perfeita…” e quando a mulher estiver caidinha você vai e CRAU… não falha.
– Muito obrigado padre.
Assim sendo, na noite de núpcias, Joaquim chega ao quarto, abre a janela e depara-se com o maior temporal… “Porra, vou ter que improvisar”, pensa ele.
– Maria… está a chover pra c@#@lho. Falando em c@#@lho…

Uso inadequado do preservativo…

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Um português vai ao médico e diz:
– Ó senhor Doutor sempre que vou para a cama com a minha mulher engravido-a, o que hei de fazer?
– Tome esta caixa de preservativos e quando for para a cama com ela com ela utilize-os.
Passados 3 meses o homem volta ao médico e diz:
– A minha mulher está outra vez grávida!
– Utilizou os preservativos?
– Sempre que fiz sexo tomei sempre um copo de água e um preservativo.
– Mas não era para tomar! São para colocar no seu negócio…
– Ah! Por isso que há 3 meses ando a cagar linguiças!!!

O caipira e o português…

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O caipira chega ao armazém e pede um quilo de alpiste. O português avisa:
– Tens que me trazer o passarinho!
– Como assim?- estranhou o caipira.
– Acontece que o alpiste esta em falta e eu só vendo pra quem precisa! Se não for consumir, não leva alpiste!
– Contrariado, o caipira busca o passarinho, desconfiado que o português estivesse querendo tirar uma da cara dele. Volta dias depois para comprar milho.
– Tens que me mostrar as galinhas! – avisa o português.
– Mas isso é um absurdo! Nunca vi uma coisa dessas! – esbraveja o caipira.
Mas o português é irredutível:
– Sem galinha, não leva milho!
O caipira busca as galinhas e leva o milho!
Dias depois, o caipira volta trazendo duas latas, que bota em cima do balcão. Chama o português e pede pra ele enfiar as duas mãos dentro das latas. O dono do armazém obedece. E o caipira diz:
– Agora, por favô, o senhor pode me vendê dois rolo de paper higiênico?

Cowboy português…

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Um português, vestido como cowboy, com chapéu de cowboy, camisa de cowboy, calça de cowboy, cinto de cowboy e bota de cowboy entra num bar e pede uma bebida.
Ao seu lado está uma moça que olha para ele admirada e pergunta:
– Você é um cowboy de verdade?

O portuga responde:
– Bem, passei minha vida toda a criaire gado, a domaire cavalos, a consertaire cercas… acho que eu sou mesmo um cowboy.

Em seguida, ele pergunta o que ela é.
– Eu nunca estive numa fazenda, portanto não sou um cowboy… responde a moça sorrindo. Na realidade, sou LÉSBICA! Passo o dia pensando em mulheres. Assim que acordo, penso em mulher. Quando eu como, tomo banho, assisto televisão, qualquer coisa que eu faça me faz pensar em mulher.

Pouco depois ela vai embora.
Passado um tempo, um casal entra no bar e senta ao lado do cowboy. A moça olha para ele e pergunta:
– Você é um cowboy de verdade?
– Sempre pensei que fosse, responde o português mas acabo de descobrir que sou lésbica!