Seria um vídeo antigo do Mark Zuckerberg? huahuahua
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Bicha careira…
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Um cara resolveu fazer um teste com seu melhor amigo, com uma conversa meio esquisita. Perguntou a ele, à queima roupa:
– Zé, escute. Não se ofenda com o que vou perguntar, mas é só um teste que estou fazendo. Se eu te pagar quinhentos reais você daria pra mim?
– O que é que há, meu camarada? Tá me estranhando? Que maluquice é essa?
– Não se aborreça. Eu já disse, é só um teste: e se eu te desse mil reais e prometesse a você que ninguém, mas ninguém mesmo, ficaria sabendo. Daí, você toparia em dar para mim?
– Pô, cara! Você tá mesmo querendo me gozar… Quer levar uns sopapos?
– Não, meu amigo, não quero levar sopapo nenhum, nem estou a fim de te gozar… Como eu já disse, é somente um teste que estou fazendo com todos os meus amigos e você é um deles, aliás, é o melhor deles. Por isso, persisto na pergunta: e se eu te desse dois mil reais, você concordaria em dar para mim? Eu te afirmo que ninguém, nenhuma pessoa vai ficar sabendo. Será uma coisa só entre nós dois. Veja bem, Zé, dois mil reais. Pense um pouco… Cinco mil reais, que tal?
– Pô, cara. Você está me deixando confuso. Não estou compreendendo onde você quer chegar. Vem com uma proposta dessas, numa época dessas, todo mundo sem dinheiro. Não tô entendendo.
– Mas é isto mesmo, Zé. Não tem o que entender. Eu te dou minha palavra de honra, garanto o sigilo absoluto da coisa. Não tem erro: você me dá e recebe, na hora, o dinheiro. Que tal dez mil reais? Concorda?
– Puxa, cara, sei lá. Tô na pior. Também, quem não está, né mesmo? Deixa ver se entendi, direito: supondo que eu aceite, que eu concorde em “dar” pra você. Aí você me dá os dez mil reais, é isso?
– É isso mesmo, você me dá e eu, na hora, te pago os dez mil reais, em dinheiro vivo. Grana viva, Zé. E agora, vai topar?
– Tá bom, como estou precisando de dinheiro, como tenho certeza que você é de palavra e não vai contar para ninguém, senão eu te cubro de porrada! E como eu estou numa pior, neste caso, eu topo. Dou pra você.
– Eu sabia!. Eu tinha certeza! Sabia que você era bicha. É careiro, mas é bicha!
Foto pro cartão de natal…
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Quarta-feira…
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Presente de natal para a sogra…
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Deseje o melhor aos inimigos…
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Brincadeira entre amigos…
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Pensamento da vez…
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Marido macho é outra coisa…
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O sujeito foi a um psicólogo porque a mulher batia nele e toda a vizinhança o via como um frouxo.
– Mas é muito simples para você resolver isso – aconselhou-o psicólogo – Toda vez que você estiver apanhando, basta ficar gritando: ”Tome! Tome!”, que todos os vizinhos vão associar o barulho dos socos e tapas com a sua voz e vão achar que é você que está batendo.
O cara gostou da ideia e na primeira oportunidade resolveu colocá-la em prática.
Chegou em casa tarde e assim que a mulher lhe deu a primeira pancada ele berrou:
– Tome! Tome, sua sem vergonha!
Ao ouvir isso, a mulher começou a bater cada vez mais e o cara gritava cada vez mais alto.
– Tome! Tome, sua sem vergonha!
Até que uma hora ela se encheu e jogou-o pela janela, do 18º andar.
Antes de chegar ao chão, ele ainda gritou:
– E agora eu vou embora! E nunca mais me procure!







