O português lenhador…

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Um lenhador português foi um dia à cidade e viu na vitrine de uma loja uma moto-serra. Curioso, decidiu entrar e perante as vantagens que o empregado atribuiu à máquina, decidiu comprar.

Após uma semana cortando árvores com a nova moto-serra o português decide voltar a loja para reclamar:

– Antigamente com o machado, eu cortava trinta árvores por dia e agora, com esta porcaria, não consigo cortar mais de cinco.

Admirado, o empregado pega na máquina para ver se tinha alguma avaria. Ao ligá-la, ouve-se o característico Vrrruuuuummmmmmm.

Ao que o português, assustado, dá um salto para trás e pergunta:

-Epa! Que barulho é esse?

Cuidado com as escolhas…

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O cara morreu e foi para o inferno. Chegando lá, o diabo começou a explicar como seria a vida dele dali em diante.

– Bem, temos um novo plano de penitências. Vamos lhe apresentar três formas de castigo. Você só tem de escolher uma delas e sofrê-la por 1000 anos.

O capeta então o levou a um corredor com três portas e atrás de cada uma um castigo. O rapaz abriu a primeira porta e viu um cara todo amarrado e uma mulher belíssima, que o espetava com um ferro em brasa.

– Esse não! – disse ele.

O diabo abriu a segunda porta. Tinha outro infeliz todo amarrado sendo estuprado por um cara com pés de bode.

– Esse também não! – gritou depressa.

Ao abrir a terceira porta, havia um cara todo amarrado. Uma loira escultural fazia sexo oral no sujeito sem parar. O rapaz, sem perder tempo, virou-se para o capeta e disse, apressado:

– Quero esse! Eu quero esse!

O diabo entrou na sala, bateu nas costas da loira e falou:

– Pode sair do castigo. Arrumei um cara pra te substituir…

Foi nela…

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Em uma Vara Criminal no interior do Estado da Bahia, o Juiz já em sua toga, vê duas moças, ambas bonitas, esperando sentadas na Sala de Audiências do Fórum.

Ao ver o primeiro processo na pauta do dia, que é sobre um crime de estupro, ele pergunta para as duas:

– As senhoritas foram ARROLADAS no processo?

No que rapidamente uma fala:

– Não, dotô, eu sou apenas testemunha! A ROLADA FOI NELA…