Joãozinho, pra variar…

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Durante a aula de boas maneiras, diz a professora:
– Zézinho, se você estivesse namorando uma moça fina e educada e, durante o jantar, precisasse ir ao banheiro, o que diria?

– Segura as pontas aí que eu vou dar uma mijadinha.
– Isso seria uma grosseria, uma completa falta de educação. Juquinha, como você diria?
– Me desculpa, preciso ir ao banheiro, mas já volto.
– Melhor, mas é desagradável mencionar o banheiro durante as refeições. E você, Joãozinho, seria capaz de usar sua inteligência para, ao menos uma vez, mostrar boas maneiras?
– Eu diria: “Minha prezada senhorita, peço licença para ausentar-me por um momento, pois vou estender a mão a um grande amigo a quem pretendo lhe apresentar depois do jantar”.

Na terrinha…

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Manuel, português, desde criança era amigo de Fernando, brasileiro.
Em uma viagem à sua terra natal, Manuel sofreu um infarto e morreu. Fernando fica sabendo e decide ir ao
funeral de seu amigo.

Ao chegar ao lugar onde estavam velando o corpo sem vida, Fernando nota que ao lado do caixão havia uma
bacia enorme, cheia de creme-facial. O mais curioso é que os amigos que iam dar os pêsames a viúva, introduziam a mão dentro da bacia e massageavam o corpo de Manuel.

Fernando, por respeito, decide fazer o mesmo, mas foi tanta sua curiosidade que se aproximou cuidadosamente da viúva e em voz baixa lhe pergunta?
– Por que todos estão passando creme em Manuel? Foi por algum pedido dele em vida? Ou é uma tradição?
A viúva, dirigindo-lhe o olhar cheio de tristeza, responde:
– Mas ora pois! Então não sabes que Manuel pediu que seu corpo fosse cremado?

Ele deve estar trabalhando na Nextel…

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Segue o diálogo que gerou a demissão, entre o ex-funcionário e um cliente da empresa:
– Help desk assistência, posso ajudar?
– Sim, bem…. estou tendo problemas com o Word.
– Que tipo de problema?
– Bem, eu estava digitando e, de repente, todas as palavras sumiram.
– Sumiram?
– Elas desapareceram.

– Hum… o que aparece na sua tela?
– Nada.
– Nada?
– Está preta. Não aceita nada que eu digite.
– Você ainda está no Word ou já saiu?
– Como posso saber ?
– Você vê o prompt C: na tela?
– O que é esse prompiti?
– Esquece. Você consegue mover o cursor pela tela?
– Não há cursor algum. Eu te disse, ele não aceita nada que digite.
– Seu monitor tem um indicador de força?
– O que é um monitor?
– É essa tela que se parece com uma TV. Ele tem uma luzinha que diz quando está ligado?
– Não sei.
– Bom, olhe atrás do monitor, então. Veja onde está ligado o cabo de força. Você consegue fazer isso?
– Acho que sim.
– Ótimo. Siga para onde vai o cabo e me diga se ele está na tomada.
– Tá sim.
– Atrás do monitor, você reparou que existem dois cabos?
– Não.
– Bom, eles estão aí. Preciso que você olhe e ache o outro cabo.

– OK. Achei.
– Siga-o e veja se está bem conectado na parte traseira do computador.
– Não alcanço!

– Hum. Você consegue ver se está?
– Não.
– Mesmo se você se ajoelhar ou se debruçar sobre ele?
– Ah, não, tá muito escuro aqui!
– Escuro?
– Sim, a luz do escritório tá desligada, e a única luz que eu tenho vem da janela, lá do outro lado.
– Bom, ligue a luz então!
– Não posso.
– Por que não?
– Porque estamos sem luz.
– Estão… sem luz?
Pausa longa………………..

– Ah! OK, descobrimos o problema. Você ainda tem as caixas e os manuais que vieram com o seu micro?
– Sim, estão no armário.
– Bom! Então, você pega tudo, desliga o seu sistema, empacota e leva de volta para a loja.
– Sério?? O problema é tão grave assim?
– Sim, temo que seja.
– Bom, então tá. E o que eu digo na loja?
– Diga que você é burro demais pra ter um computador!!!

É REAL…..ESTÁ NA JUSTIÇA DO TRABALHO – SP

Texto “roubado” daqui. A propósito vale a pena visitar esse blog.

Advogado espertinho…

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Um advogado de Charlotte, Carolina do Norte, comprou uma caixa de charutos muito raros e caros, e então contratou uma apólice de seguro contra incêndio e outros riscos.

Dentro de um mês, tendo fumado todo o seu estoque desses charutos e ainda sem ter pago sequer a primeira prestação do prêmio do seguro, o advogado entrou com uma ação contra a seguradora.
Em sua ação, o advogado declarou que os charutos foram perdidos “numa série de pequenos incêndios.”
A companhia de seguro se recusou a pagar, citando a razão óbvia: que o homem consumiu os charutos do modo normal.
O advogado processou a seguradora… e ganhou!

Ao proferir sua sentença, o juiz concordou com a companhia de seguro de que a reivindicação era frívola. Não obstante, o juiz declarou que o advogado contratou uma apólice de seguro com a seguradora, na qual esta concordou que os charutos eram asseguráveis e que também os asseguraria contra fogo, sem definir, no entanto, o que seria considerado “fogo inaceitável”, e por isso estava obrigada a pagar a reivindicação.

Em vez de suportar a longa e cara apelação à sentença, a companhia de seguro aceitou a decisão e pagou $15,000.00 para o advogado pela sua “perda dos charutos raros, queimados nos incêndios”.

Depois de o advogado receber o cheque, a companhia de seguro mandou prendê-lo por 24 casos de INCÊNDIOS CULPOSOS PREMEDITADOS!

Com sua própria reivindicação de seguro e a jurisprudência do caso anterior sendo usada contra ele mesmo, o advogado foi condenado por incendiar intencionalmente a sua propriedade coberta por seguro e foi condenado a 24 meses na prisão e a uns $24,000.00 de multa.

Esta é uma história verdadeira e foi vencedora em 1º lugar na Competição do Prêmio de Advogados Criminosos recentes.

PS.: Se cuida Nelson…rs