Cachorrinho…

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O menino está passeando com o pai quando vê um casal de cães acasalando no meio da rua.
Estranhando o comportamento dos animais e com a curiosidade normal das crianças, ele pergunta ao pai o que a dupla canina está fazendo.
– Bem… Eles estão fabricando um cachorrinho. – explica o pai.
Naquela mesma noite, o garotinho entra no quarto dos pais e os encontra em pleno ato sexual.
Diante da pergunta inevitável e, para manter a coerência, o pai responde:
– Estamos fabricando um irmãozinho para você, meu filho…
E o garoto retruca:
– Ah, não, pai! Então bota a mamãe naquela outra posição, porque eu prefiro ganhar um cachorrinho!!

Raciocínio feminino…

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O cara acorda com a mãe de todas as ressacas, vira-se e ao lado da cama há um copo de água e duas aspirinas.
Olha em volta e vê sua roupa passada e pendurada.
O quarto está em perfeita ordem. Há um bilhete de sua mulher:
“Querido, deixei teu café pronto na copa. Fui ao super-mercado. Beijos”
Ele desce e encontra um lauto café esperando por ele. Pergunta ao filho:
– O que aconteceu ontem?
– Bem, pai, você chegou as 3 da madrugada, completamente bêbado, vomitou no tapete da sala, quebrou móveis e machucou teu olho, ao bater na porta do quarto.
– E por que está tudo arrumado, café preparado, roupa passada, aspirinas para a ressaca e um bilhete amoroso da tua mãe?
– Bem, é que mamãe te arrastou até a cama e quando estava tirando tuas calças, você disse:
“Não faça isso, moça, eu sou casado”…

Baralho gigante…

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Entra um sujeito no bar e diz para o barman:
– Me paga uma bebida!
O barman, muito admirado, responde que não. Diz que o bar dele não é a Santa Casa de Misericórdia. Então o cliente responde:
– Ah! Eu tenho aqui uma coisa impressionante e, se eu te mostrar, você vai me pagar uma bebida!
O barman, intrigado, pede que ele mostre logo essa coisa. Então o cliente tira do sobretudo um baralho de cartas com cerca de 30 centímetros.
O barman fica perplexo e resolve pagar uma bebida para o cidadão. Alguns jogos e copos depois, o barman decide perguntar ao homem onde ele tinha arranjado tal baralho.
– Eu tenho um gênio que concede desejos!
O barman, todo empolgado, pede logo ao homem que lhe mostre o geniozinho para pedir alguma coisa. O cara esfrega uma lâmpada e realmente aparece o tal gênio, dizendo o seguinte:
– Vou te conceder um desejo, mas fala logo que eu quero voltar a dormir!
O barman, então, sem pensar, pede a primeira coisa que lhe vem à cabeça:
– Quero 1 milhão em notas!
O geniozinho estala os dedos e, de repente, o bar fica cheio de botas.
– Botas???? Eu pedi 1 milhão em notas e não em botas! Essa porra desse gênio é um bocado surdo, não acha?
O homem responde:
– Claro que eu acho!! Ou você realmente acredita que eu ia pedir um baralho de 30 centímetros?

Contos lusitanos…

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Um velho português, vestido como cowboy: com chapéu de cowboy, camisa de cowboy, calça de cowboy, cinto de cowboy e bota de cowboy, entra num bar e pede uma bebida.
Ao seu lado está uma moça que olha para ele admirada e pergunta:
– Você é um cowboy de verdade?
O sujeito responde:
– Bem, passei minha vida toda criando gado, domando cavalos, consertando cercas… Acho que eu sou mesmo um cowboy!
Em seguida, ele pergunta o que ela é.
– Eu nunca estive numa fazenda, portanto não sou um cowboy… – responde a moça sorrindo.
– Sou lésbica. Passo o dia pensando em mulheres. Assim que acordo penso em mulher. Quando eu como, tomo banho, assisto televisão, qualquer coisa que eu faça me faz pensar em mulher.
Pouco depois ela vai embora. Passado um tempo, um casal entra no bar e senta ao lado do cowboy. A moça olha para ele e pergunta:
– Você é um cowboy de verdade?
– Eu sempre pensei que fosse… – responde o português – …mas acabo de descobrir que sou lésbica!!!


PS: Vivendo e aprendendo… Quem diria que eu sou lésbica???

Faixa objetiva…

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O português chegou todo esbaforido naquela empresa que fazia faixas e cartazes e foi logo dizendo:
– Meu cachorrinho se perdeu e eu quero mandar fazer uma faixa bem grande!
– Pois não, meu senhor! Quais os dizeres?
E o português:
– Lulu, volte logo! Estou muito triste!

Adeus descanso…

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Um cara resolveu sair de férias em um cruzeiro marítimo. Em dado momento o navio naufragou e somente ele e mais seis mulheres conseguiram se salvar.
Eles nadaram até uma ilha deserta. Passada uma semana, começou o problema: todas as mulheres queriam transar com ele.
Então, para resolver a confusão, ele propôs o seguinte: Cada dia da semana ele transaria com uma mulher diferente. Na segunda com a fulana, na terça com a beltrana, e assim sucessivamente. No domingo ele descansaria.
Os anos passaram e o cara já não aguentava mais. Era muita mulher junta e ele não estava mais dando conta do recado. Até que um dia ele avistou um barquinho com um sujeito dentro. Ele pensou:
– Beleza, agora posso dividir as mulheres com ele. Fica três pra cada um. Vai dar pra descansar mais.
Pensando nisso, ele foi de encontro ao barco pra ajudar o sujeito a desembarcar. No que o rapaz desembarcou, gritou:
– Barbaridade tchê! Que água mais gelada no meu pezinho!!!
E o cara pensou:
– Puta que pariu, lá se vai o meu domingo.

A vingança das loiras…

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Uma loira e um economista estão sentados lado a lado num vôo de São Paulo para Belém.
O economista pergunta à loira se ela não quer participar de um joguinho interessante.
A loira, muito cansada, agradece educadamente e se vira para a janela para uma soneca. O economista insiste e explica que o jogo é fácil e muito divertido.
Ele explica, “Eu te faço uma pergunta e, se você não souber a resposta, me paga $5.00, e vice-versa”. Novamente ela declina e tenta dormir um pouquinho.
O economista, agora já um tanto agitado, diz: “O.K., se você não souber a resposta, me paga $5.00 e se eu não souber a resposta, te pago $500.00”.
Isso chamou a atenção da loira, que pensando que esse tormento não terminaria nunca enquanto ela não participasse da brincadeira, decidiu concordar.
O economista fez a primeira pergunta: “Qual a distância exata entre a Terra e a Lua?”. A loira não disse palavra, abriu a bolsa, pegou uma nota de $5.00 e a entregou ao economista. “O.K., é a sua vez” disse o economista.
Ela então perguntou: “O que é que sobe a montanha com três pernas e desce com quatro pernas?”.
O economista, desconcertado, pegou seu laptop e pesquisou todas as referências, sem nenhuma resposta. Pegou o telefone do avião (air phone), conectou-o em seu modem, procurou em todos os bancos de dados e bibliotecas possíveis, sem nenhuma resposta. Frustrado, mandou e-mails para todos os seus amigos e colegas de trabalho, sem nenhum sucesso.
Após uma hora, ele acordou a loira e entregou a ela $500.00. A loira disse: “Muito obrigada” e se virou de novo para uma nova soneca. O economista, prá lá de mal-humorado, acorda a loira novamente e pergunta: “Muito bem, qual é a resposta?”. Sem dizer uma palavra sequer, a loira abre a bolsa, entrega $5.00 ao economista e volta a dormir.