Tinha que ser o Joãozinho…

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Joãozinho estava brincando no playground da escola, quando viu o carro do seu pai passando em direção ao mato atrás da escola. Ele seguiu o carro e viu seu pai e tia Jane, se abraçando apaixonadamente.
Joãozinho achou isso tão excitante, que não se conteve e correu pra casa para contar pra sua mãe o que tinha visto.
– Mamãe, mamãe, eu estava no playground da escola, quando vi o carro do papai indo pro mato com a tia Jane dentro. Eu fui atrás pra ver e ele tava dando o maior beijo na tia Jane. Depois ele a ajudou a tirar sua blusa, aí a tia Jane ajudou o papai a tirar suas calças e depois a tia Jane…
Nesse ponto a mãe o interrompeu e disse:
– Joãozinho, essa é uma estória tão interessante, que tal você guardar o resto dela pra hora do jantar? Eu quero ver a cara do seu pai, quando você contar tudo isso à noite.
Na hora do jantar, a mãe pediu pro Joãozinho pra contar sua estória…
Joãozinho começou:
– Eu tava brincando no playground da escola, quando vi o carro do papai indo pro mato com a tia Jane dentro… Aí, corri atrás pra ver e ele tava dando o maior beijo na tia Jane… Aí ele a ajudou a tirar sua blusa… Aí a tia Jane ajudou o papai a tirar suas calcas e depois a tia Jane e o papai começaram a fazer as mesmas coisas que a mamãe e o tio Bill faziam, quando o papai estava no exército…
A mãe desmaiou!

Moral da estória:
Sempre precisamos ouvir toda a estória, antes de imaginarmos o final.

Pedido de aumento…

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Estratégia digna de ser objeto de palestras aos melhores executivos:

– Madame, estou precisando de um aumento.
A senhora muito chateada pergunta:
– Maria, porque você acha que merece um aumento?
– Você só está aqui há 3 meses.
– Madame, há três razões porque eu acho que mereço um aumento: Em primeiro lugar eu passo as roupas melhor do que a senhora.
– Quem foi que disse isso?
– Foi o patrão quem disse. Em segundo lugar eu cozinho melhor do que a senhora.
– Que absurdo, quem disse isso?
– Foi o patrão quem disse. Em terceiro lugar eu sou melhor na cama que a senhora.
– Filho da p%$@. Foi meu marido quem disse isso também?
– Não madame, foi o motorista…
– Quanto você quer de aumento???

Experiência da 3ª idade…

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Dona Berta tinha 80 anos.
O médico que a tratara por quase toda a sua vida havia se aposentado e fora substituído por outro.
Na consulta seguinte, o novo médico pediu para Dona Berta a lista dos medicamentos que lhe haviam sido receitados.
Quando o jovem médico revisava a lista, engasgou.
– Dona Berta, sabe que estas são PÍLULAS ANTICONCEPCIONAIS?
– Sim doutor, elas me ajudam a dormir.
– Dona Berta, lhe afirmo que não há ABSOLUTAMENTE NADA nestas pílulas que façam uma pessoa dormir!
A velhinha deu um sorriso e disse:
– Sim, eu sei. Mas todas as manhãs dissolvo uma pílula no suco de laranja da minha neta de 16 anos e assim durmo bem todas as noites…

Curiosidade feminina…

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O garoto vira-se para a mãe e diz:
– Mãe, me dá 10 reais?
– Não, não dou.
– Olha, se me der 10 reais eu digo o que o pai disse à empregada quando você saiu.
A mãe fica um pouco aflita, vai buscar a carteira, dá 10 reais ao garoto e pergunta:
– O que é que o teu pai disse à empregada?
– Disse: “Não se esqueça de levar o meu terno à lavanderia.”

Apostador compulsivo…

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No batalhão de São Paulo, tinha um soldado raso, que não perdia uma aposta, ele ganhava qualquer aposta.
Até que um dia foi transferido pro batalhão do Rio. Antecipando a ida, seu superior ligou para o tenente de lá e informou o porque de transferir o soldado explicando que ele havia arrancado todo o dinheiro de seus imediatos, inclusive o seu em apostas.
O soldado ao chegar no Rio, logo de cara examinou o tenente de cima a baixo; o tenente ficou louco de raiva.
– O que esta olhando? -disse o tenente.
– Nada! – disse o soldado.
– Como nada estou se vendo você me olhar? Fale logo ou você vai pro castigo!
– Sabe o que é… É que eu percebi que o senhor tem hemorróidas!
– Não tenho não! – rebateu o tenente.
– Tem sim! – replicou o soldado. – Tem!
– Não tenho!
– Tem!
– Não tenho!
– Tem!
– Não tenho!
– Quer apostar? – disse o soldado.
– Eu aposto qualquer coisa! – disse o tenente.
Feita a aposta, o tenente abaixou as calças, o soldado olhou, olhou e disse:
– É o senhor não tem externas, mas tem internas…
– Não tenho!
– Tem!
– Não tenho!
Então o soldado colocou o dedo no fiofó do tenente, mexeu um pouco e disse:
– É o senhor não tem hemorróidas! Parabens! Pela primeira vez eu perco uma aposta!
Então o tenente fica feliz da vida e começa a contar o dinheiro quando o telefone toca.
É o tenente de São Paulo, que liga as pressas pra evitar que ele faça qualquer aposta. O tenente do rio diz:
– Que nada esse cara é um pato, eu já até ganhei uma aposta dele!
– Então ferrou, ele ganhou outra!- diz o tenente de São Paulo.
– Por que? pergunta o tenente do Rio.
O de São Paulo responde:
– Porque ele apostou com o batalhão inteiro daqui que a primeira coisa que ele ia fazer no Rio era enfiar o dedo no #ú do tenente carioca!

Pum silencioso…

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Uma velhota, durante a missa, inclina-se e diz ao ouvido do seu marido:
-Acabo de soltar um peido silencioso. Que achas que devo fazer?
Responde o velho:
– Agora nada. Mas quando sairmos vamos comprar pilhas novas para o teu aparelho auditivo…

Prova de amor…

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Um casal idoso estava num cruzeiro e o tempo estava tempestuoso.
Eles estavam sentados na traseira do navio, olhando a lua, quando uma onda veio e carregou a velha senhora.
Procuraram por ela durante dias, mas não conseguiram encontrá-la.
O capitão enviou o velho senhor para terra, com a promessa de que o notificaria assim que encontrasse alguma coisa.
Três semanas se passaram e finalmente ele recebeu um fax do navio. Ele leu:
“Senhor: lamento informar que encontramos o corpo de sua esposa no fundo do mar. Nós a içamos para o deque e, presa a ela, havia uma ostra. Dentro da ostra havia uma pérola que deve valer $50.000 dólares. Por favor,diga-nos o que fazer.”
O velho homem respondeu:
“Mande-me a pérola e atire de novo a isca.”

Vida de executivo…

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O executivo relatou ao médico o seu caso e o psiquiatra, experiente, logo diagnosticou:
– O senhor precisa se afastar por duas semanas da sua atividade profissional. O conveniente é que vá para o interior, se isole do dia-a-dia e busque algumas atividades que o relaxem.
Então o nosso executivo procurou seguir as orientações…
Munido de vários livros, CDs e laptop, mas sem o celular, partiu para a fazenda de um amigo.
Passados os dois primeiros dias, ele já havia lido dois livros e ouvido quase todos os CDs.
Continuava inquieto. Pensou então que alguma atividade física seria um bom antídoto para a ansiedade que ainda o dominava.
Chamou o administrador da fazenda e pediu para fazer algo.
O administrador ficou pensativo e viu uma montanha de esterco que havia acabado de chegar. Disse ao executivo:
– O senhor pode ir espalhando aquele esterco em toda aquela área que será preparada para o cultivo.
O administrador pensou consigo: ‘Ele deverá gastar uma semana com essa tarefa’.
Ledo engano. No dia seguinte o executivo já tinha distribuído o esterco por toda a área.
O administrador então lhe deu a tarefa de abater 500 galinhas com uma faca.
Essa foi fácil em menos de 3 horas já estavam todas prontas para serem depenadas.
Pediu logo uma nova tarefa. O administrador então lhe disse:
– Estamos iniciando a colheita de laranjas. Vá ao laranjal levando três cestos para distribuir as laranjas por tamanho. Pequenas, médias e grandes.
No fim daquele primeiro dia o executivo não retornou. Preocupado, o administrador se dirigiu ao laranjal e viu o executivo com uma laranja na mão, os cestos totalmente vazios, falando sozinho:
– Esta é grande. Não, é média. Ou será pequena?
– Esta é pequena. Não, é grande. Ou será média?
– Esta é média. Não, é pequena. Ou será grande?

Moral da estória:
Espalhar merda e cortar cabeças é fácil. O difícil é tomar decisões…

Amor eterno…

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Quando o marido finalmente morreu, a esposa colocou no jornal o anúncio da morte, acrescentando que ele havia morrido de gonorréia.
Logo que o jornal foi distribuído, um amigo da família telefonou e protestou veementemente:
“Você sabe muito bem que ele morreu de diarréia, e não de gonorréia!!!”
A viúva respondeu:
“Eu cuidei dele noite e dia, portanto é lógico que eu sei que ele morreu de diarréia, mas eu achei que seria melhor que se lembrassem dele como um grande amante, ao invés do grande m…. que ele sempre foi.”

Intimidade…

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A mulher colocou um vestido muito apertado e foi apanhar o ônibus. Quando o coletivo chegou ela tentou subir, mas o vestido estava demasiado apertado e não conseguiu levantar a perna o suficiente.
Ela dá um passo atrás, leva as mãos ao botão, atrás da saia, desaperta um pouco e tenta novamente, mas ainda não consegue. Novo passo atrás, desaperta um outro botão, tenta novamente, ainda não consegue. Recua novamente, desaperta mais um botão, tenta outra vez, continua sem conseguir levantar a perna e dá novo passo atrás.
Nisto, o sujeito que está atrás dela pega-a ao colo e coloca-a dentro do ônibus.
Ela fica indignada e grita:
– Mas o que é isto? Quem lhe deu esta confiança?
– Minha senhora, desculpe… É que julguei que depois de me abrir três botões das calças já éramos íntimos…