O advogado foi receber o salário e notou que vinha 500 reais a mais, pegou o dinheiro e foi embora, no outro mês quando foi receber o salário viu que faltava 500 reais, assim que viu foi direto reclamar com o Chefe:
– Está faltando 500 reais no meu salário.
– Que engraçado, no mês passado você recebeu 500 reais a mais e não reclamou.
– Eu sei, um erro eu aceito, mas dois é inadmissível!
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Os perigos da automedicação…
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Um jovem que acabara de se formar em medicina, ganha de seu pai um carro importado, último modelo, e resolve dar um passeio. Quando se deu conta, percebeu que estava sem combustível.
Entrou num vilarejo e dirigiu-se a um posto de gasolina para abastecer o carro.
Não viu uma viva alma no posto e, apesar de buzinar várias vezes, ninguém vinha atendê-lo. Finalmente apareceu um rapazinho que lhe disse:
– ‘Não adianta buzinar, porque o posto está fechado; a filha do dono morreu ontem e todos estão no velório’.
O jovem médico pensa uns segundos e chega à seguinte conclusão: ‘Se não posso prosseguir e não sei a que horas irão retornar, vou até ao velório também, já que não posso fazer mais nada’.
Lá chegando, aproxima-se do caixão por mera curiosidade, e de repente, observa algo extremamente raro.
Chama o pai da ‘falecida’ e diz-lhe: ‘Olhe, sou médico, a sua filha não está morta, está em estado catatônico; parece morta, mas não, está viva’.
O pai, nervosíssimo, pergunta:
– ‘O Sr. pode fazer alguma coisa’?
O jovem médico, explica-lhe que há uma possibilidade, embora remota, de trazê-la à vida. Para isso, teriam que submetê-la a uma sensação muito forte.
Pergunta então ao pai: ‘A sua filha tinha namorado’?
Embora estranhando a pergunta, o pai respondeu sim, e que ele se encontrava presente.
‘Bem, disse o jovem médico, então tirem o corpo do caixão, levem-no para uma cama junto com o namorado e deixem que eles façam sexo durante toda à noite’.
Ainda que com algumas reservas, o pai dá ordens para que seja feito tudo o que o doutor disse, mas pede para que ele fique, a fim de comprovar o ‘resultado’.
Passadas quatro horas abre-se a porta do quarto e, como por um milagre, a moça aparece vivinha da silva!
Foi uma grande alegria para todos, que logo programam uma festa e convidam o jovem doutor. Este se desculpa, alegando que tem de ir visitar um familiar que se encontra doente, mas promete passar pela aldeia na viagem de regresso.
Tanque cheio, o médico volta para casa.
Passados 15 dias ele decide regressar e cumprir o que prometera, passar pela aldeia para ver como estava a jovem ex-defunta.
Ao chegar ao posto, repete-se a mesma cena de antes. Ninguém para atendê-lo. Depois de muito buzinar, aparece o mesmo rapaz, que desta vez estava ali tomando conta do negócio.
Assim que reconheceu o doutor, o jovem corre desesperado ao seu encontro e lhe diz:
– Graças a Deus que o senhor voltou! Não sabíamos como encontrá-lo e estávamos a sua espera! O Sr. Engrácio, pai da menina que o senhor salvou, morreu há 10 dias! Metade da aldeia já comeu o fiofó do pobre Engrácio, mas ele continua sem ressuscitar!
MORAL DA HISTÓRIA:
O MESMO MEDICAMENTO NÃO SERVE PARA TODOS!
Não se automedique, nem aconselhe medicamentos a ninguém. Procure um médico.
Superman…
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Sete horas da manhã…
O marido entra em casa. A mulher espera em pé, perto da porta.
– Chegando só a esta hora, Superman?
– Desculpe, eu estava com clientes…
– E vocês discutiram a noite toda até as sete da manhã, Superman?
– Tá certo. Nós fomos a um bar, até as três horas, para bebericar…
– Até as três, Superman?
– E o que aconteceu que você só chegou agora, às sete, Superman?
– Eu… Bem, é que depois nós fomos a um bar de strip-tease, mas eu só fiquei olhando… E não percebi o tempo passar…
– Tá bem, Superman. Você só olhou…
No que mais você quer que eu acredite, Superman?
– Nada… Mas por que é que você está me chamando o tempo todo de Superman?
– Porque só ele usa a cueca por cima da calça…
Curpa dos crente…
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Um bêbado chega no bar e pede uma pinga.
Do seu lado uma senhora distinta querendo fazer uma reprimenda diz:
– O senhor sabia que o Brasil é o segundo país do mundo em consumo de álcool?
O bêbado responde:
– É curpa desses crente!
– Como culpa dos crentes. Os coitados nem sequer bebem álcool!
– Pois é, se eles bebesse um poquinho, nóis tava em primeiro!
Sacaneando o advogado…
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Quando você for prestar depoimento em um Tribunal, tente ter o raciocínio deste policial. Ele estava sendo interrogado, e o advogado de defesa tentava abalar sua credibilidade:
Advogado: – Você viu meu cliente fugir da cena do crime?
Policial: – Não senhor. Mas eu observei logo em seguida um elemento com a descrição do criminoso correndo a algumas quadras de distância.
A: – E quem forneceu a descrição do criminoso?
P: – O policial que chegou primeiro ao local do crime.
A: – Um colega policial forneceu as características do suposto criminoso. Você confia nos seus colegas policiais?
P: – Sim senhor. Confio a minha vida.
A: – A sua vida? Deixe-me fazer uma pergunta. Na sua delegacia tem um vestiário onde vocês trocam de roupa antes de sair para trabalhar?
P: – Sim senhor, temos um vestiário.
A: – E vocês trancam a porta com chaves?
P: – Sim senhor, nós trancamos.
A: – E o seu armário, também tranca com cadeado?
P: – Sim senhor, eu tranco.
A: – Por que então policial você tranca seu armário, se quem divide o vestiário com você é o mesmo colega a quem você confia sua vida?
P: – Veja bem doutor, nós estamos dividindo o prédio com o Tribunal de Justiça, e algumas vezes nós vemos advogados andando perto do vestiário.
A platéia irrompeu-se em gargalhadas, e a sessão foi suspensa.
Os Bombeiros da Vidigueira (em Portugal)…
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Um fogo deflagrou num Monte Alentejano.
Os bombeiros foram imediatamente chamados para extinguir as chamas.
O fogo estava cada vez mais forte, e os bombeiros não conseguiam dominar as chamas.
A situação já estava ficando fora de controle, quando alguém sugeriu que se chamasse o grupo voluntário da Vidigueira.
Apesar de algumas dúvidas quanto a capacidade e equipamentos dos voluntários, seria mais uma forma de auxilio.
Assim foi.
Os voluntários chegaram num caminhão velho, desgastado pelos anos e operações de combate.
Passaram em grande velocidade e dirigiram-se em linha reta para o centro do incêndio. Foram até ao meio das chamas e pararam.
Estupefata a população assistiu a tudo.
Os voluntários saltaram todos para fora do caminhão e começaram a pulverizar freneticamente em todos os sentidos. Como estavam no meio do fogo, as chamas dividiram-se, e restaram duas porções facilmente controláveis.
Impressionado com o trabalho dos voluntários da Vidigueira, o dono do monte respirou de alívio quando viu a sua propriedade ser poupada da devastação das chamas. Pegou a carteira e passou um cheque de 5000 euros à corporação voluntária.
Um repórter do jornal local perguntou logo ao comandante dos bombeiros:
– “5000 euros! Já pensou o que vai fazer ao dinheiro?”
– “Penso que é óbvio, não é?” – responde o comandante sacudindo as cinzas do capacete – “A primeira coisa que vamos fazer é arrumar a porra do freio do caminhão!”
Mulher raivosa…
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Uma mulher chegou inesperadamente em casa e encontrou seu marido na cama com outra mulher. Louca de raiva, ela pegou uma arma e arrastou o marido até a garagem.
Chegando lá, prendeu o pênis dele numa morsa (prensa), em cima da bancada, apertou até ficar bem preso e retirou a alavanca da morsa.
Aí, ela foi no armário de ferramentas, retirou uma faca e colocou na bancada. O marido gritou:
– Querida, você não vai cortar ele, vai?
– Não, retrucou a mulher. Você é quem vai. Eu só vou botar fogo na garagem…
Quem não tem dinheiro, tem criatividade…
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Um cara entrou num trem. Ele não tinha dinheiro pra nada (parecia eu).
Aí, como só acontece em piadas, sentou ao lado dele outro cara que fez uma proposta:
– Quer ganhar mil reais?
– Claro! O que é que eu tenho que fazer?
– É só ir ali e dar um tapa na cabeça daquele careca.
– Mas isso eu não posso fazer!
– Cê que sabe. Milzão taí. Querendo, é só ir lá.
Aí o sem-grana pensou que com mil reais pagava a passagem do trem e ainda sobrava um dinheirinho. Foi lá.
Deu um tabefe na cabeça do careca, que avançou nele.
Muito esperto, o sem-grana abraçou-o e disse:
– Almeida!!! Quanto tempo, cara!
– Meu senhor, eu não sou o Almeida!
– Não?! Me desculpe. Achei que fosse um amigo meu.
Pegou a grana e sentou-se de novo. Aí, o cara do dinheiro falou:
– Quer ganhar dois mil?
– Quero! Que é que eu faço agora?
– A mesma coisa.
– Mas agora o careca vai me matar!
– Cê que sabe… Dois mil tão aí… Querendo, é so ir lá e dar um bifa na cabeça do careca.
O sem-grana foi lá e fez de novo.
O careca furioso quis matá-lo. O sem- grana abraçou-o outra vez:
– Querendo me enganar que você não é o Almeida? Eu te conheço, pô! Nós estudamos o primário juntos… Namorei tua irmã! Um amigão assim a gente nunca esquece!
– Meu senhor, eu já disse que não sou o Almeida!
– Cê tem certeza que não é o Almeida? Olha…
– Não sou!
– Pô, desculpe aí…
O careca ficou tão bravo que mudou de vagão. O sem-grana pegou o dinheiro e sentou. Aí, outra vez, o cara do dinheiro perguntou:
– Quer ganhar cinco mil?
– Querer eu quero… mas se for pra dar tapa no careca de novo, eu não vou!
– Cê que sabe… cinco mil tão aí… querendo é só ir lá.
O sem-grana pensou um pouco e decidiu aceitar a proposta. Foi lá no outro vagão, deu um tapa ainda maior na cabeça do careca e antes que ele pudesse reagir, abraçou-o e disse:
– ALMEIDA! Dei dois tapas na cabeça de um careca no outro vagão pensando que fosse você…
Escolha difícil…
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Um internauta encontra uma rã e a coloca no bolso. Meia hora depois a rã se mexe, ele a pega na mão e ela começa a falar: “não sou uma rã, sou uma princesa, e se você me beijar eu voltarei a ser a linda princesa que eu era”.
O internauta recoloca a rã no bolso e segue seu caminho. Meia hora depois a rã volta a se mexer. O sujeito a pega novamente na mão e a rã insiste: “eu não sou uma rã, sou uma princesa. Se você me beijar eu volto a ser a princesa linda e sexy que eu era e eu farei TUDO o que você desejar”.
O internauta olha para a rã e diz:
– Ficou louca? Uma rã que fala me interessa muito mais!
Desgosto do caipira…
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Dois compadres se encontram depois de mais vinte anos que não se viam.
– Ô cumpade, quantempo sô! Tudo bão cocê?
– Bão sô, i cocê?
– Bão tomém!
– E a patroa e os mininos, mi conta sô!
– Pois é, o mais véio dá um trabaião, ele é desses tar de homissexuar…quando disimbesta a dá o butão, num pára mai….mai dá, dá, dá….mai dá o dia intero!
– Nó cumpade, que disgosto!
– E o pior é que u du meio foi infruenciado por ele! Resurtado, dá tomém! E quando junta os dois intão…mai dão, dão, dão…dão o dia intero!
– Eita cumpade, que trem isquisito sô!!!
– E o seu fio mai novo, num vai dizê que ele tomém foi infruenciado….
– Pra num deixá infruenciá o caçula, mandei ele pra casa da vó lá pás banda do sul.
– Intonces, esse iscapô?
– Bão! Nem tanto, esse só dá quando bebe…
– Meno mar, né cumpade?
– É…mai bebe, bebe, bebe…bebe o dinterim.