Boas maneiras…

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Durante a aula de Boas Maneiras, diz a professora:
– Zézinho, se você estivesse namorando uma moça fina e educada e, durante o jantar, precisasse ir ao banheiro, o que diria?
– Segura as pontas aí que eu vou dar uma mijadinha.
– Isso seria uma grosseria, uma completa falta de educação.
– Juquinha, como você diria?
– Me desculpa, preciso ir ao banheiro, mas já volto.
– Melhor, mas é desagradável mencionar o banheiro durante as refeições.
– E você, Joãozinho, seria capaz de usar sua inteligência para, ao menos uma vez, mostrar boas maneiras?
– Eu diria “Minha prezada senhorita, peço licença para ausentar-me por um momento, pois vou estender a mão a um grande amigo que pretendo lhe apresentar depois do jantar”.

Visita aos eleitores…

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Durante uma visita, a um hospício, Lula pergunta ao diretor qual o critério para definir se um paciente está curado ou não.
– “Bem”, disse o diretor, “nós enchemos uma banheira e oferecemos uma colher de chá e uma xícara, e pedimos para esvaziar a banheira”.
– “Já entendi”, disse Lula, “uma pessoa normal escolhe a xícara, que é maior”.
– “Não”, responde o diretor, “uma pessoa normal tira a tampa do ralo”.

Problemas da ansiedade…

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Uma executiva de uma grande empresa, recém nomeada, faz a sua primeira viagem de negócios, para o Rio de Janeiro. À noite sentiu-se sozinha e com uma sensação de liberdade que nunca havia sentido antes.
Decidiu chamar uma dessas “empresas de acompanhantes”, cujos folders de propaganda estão nas mesas dos quartos de todos os hotéis nas grandes cidades.
Localizou, sem dificuldade, um que oferecia serviço masculino, denominado “ferótico”. Com o encarte nas mãos molhadas de suor pela expectativa discou o número marcado.
– Alô! atendeu uma voz masculina marcadamente sensual.
– Alô. Eu preciso de uma massagem… Não, espera! Na realidade o que eu quero é SEXO! Uma grande e duradoura sessão de sexo, mas tem de ser agora. Estou falando sério! Quero que dure a noite inteira! Estou disposta fazer de tudo, participar de todas as fantasias que vocês inventarem. Traga tudo o que tiver de acessórios, algemas, chicotes, dildos, pomadas, vibradores… Quero ficar a noite inteira e fazendo de tudo! Vamos começar passando geléia no corpo um do outro, depois vamos nos lamber mutuamente até o gozo, quero que você me grude na parede… Estou disposta a fazer de tudo e topo todas as posições: frango assado, rã com câimbra, canguru perneta, folhinha-verde, vaca atolada, helicóptero… Aceito todas as sugestões. O que você acha?
– Bem, na verdade me parece fantástico. Mas… para chamadas externas a senhora precisa discar o número zero primeiro!

Confusão…

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Eram dois irmãos gêmeos e pescadores. Um casado e o outro, solteiro.
Um dia, a mulher do primeiro morre.
E como desgraça nunca vem sozinha, a velha traineira do irmão afunda no mesmo dia.
Uma senhora, sabendo do ocorrido com o jovem viúvo, resolve dar os pêsames. Sem saber que os irmãos eram gêmeos idênticos, ela se aproxima do solteiro e diz:
– Soube agora pouco! Que perda! Deve estar sendo terrível para você.
E o pescador responde:
– Pois é! Estou arrasado. Mas é preciso enfrentar esse momento difícil… Sabe, ela já estava mais pra lá do que pra cá. Seu traseiro estava todo arrebentado, fedia muito… puro peixe… Alem do mais, ela andava juntando água por causa de uma fenda que tinha na frente e do seu buraco atrás… Toda vez que eu a usava, o buraco ficava maior… Acho que foi por isso que, quando a aluguei para quatro rapazes se divertirem, ela não agüentou…

Funciona…

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Um médico urologista atende o próprio avô no consultório.
-Como está indo a vida, meu neto?
-Tudo bom, vovô… E o senhor? Como vai a vovó?
-Tudo indo, tudo indo… Filho, quer dizer, neto, eu vim aqui falar com você porque quero saber tudo desse tal de Viagra!
-Ah, vovô… O Viagra é um remédio bom, mas é bem caro.
-Quanto custa? Me diga.
-São trinta reais cada comprimido, vô!
-Tem razão. É caro.
-Não falei?
-Mas mesmo assim eu quero experimentar! Eu te pago amanhã, sem falta!
Assim o neto entrega o comprimido para o velho, que sai de lá todo contente.
No dia seguinte ele está de volta ao consultório com quinhentos e trinta reais.

-Vô, o senhor entendeu errado! Eu falei que o comprimido era trinta e não quinhentos e trinta.
–É, meu neto, eu sei. Os trinta reais são meus. Os outros quinhentos foi sua vó que mandou!

A vida na caserna…

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O recruta do exército foi enviado ao pelotão de guarda de fronteira, no meio do deserto. Ele adorava assistir MTV e ler a Revista Sexy. Foi para lá pensando que ia ser um tédio. Ao chegar, o sargento mostra tudo no quartel e diz quais são as regras básicas. Aí, o soldado se dá conta que não há mulheres no lugar, e pergunta ao sargento como é que fazem para aliviar as necessidades sexuais. O sargento explica que há um barril com um buraco atrás de uma barraca. O soldado pergunta:
-Posso ir lá todos os dias?
-Lógico! – responde o sargento – só na quarta-feira que não.
-Mas por que na quarta não pode?
-Porque quarta é você quem fica dentro do barril.

O poder da mente…

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Uma mulher que tinha a pior dor de cabeça crônica, como último recurso procurou um médico holístico da moda.
– Doutor, eu já tentei de tudo, mas essa dor de cabeça não desaparece – disse ela.
O médico retrucou:
– Você veio ao lugar certo! Eu quero que você faça o seguinte: vá para casa, mire-se no espelho, coloque os dois indicadores em suas têmporas e repita este mantra: ‘Minha dor de cabeça não é real’, ‘Minha dor de cabeça não é real’. Faça isso até que a dor de cabeça desapareça.
A mulher deixou o consultório cética, porém curiosa ao mesmo tempo.
Já no elevador, ela postou-se de frente para o espelho, colocou os dois dedos nas têmporas e começou: ‘Minha dor de cabeça não é real’, ‘Minha dor de cabeça não é real’, ‘Minha dor de cabeça não é real’, ‘Minha dor de cabeça não é real’.
Quando acabou de dizer pela quarta vez, ela se deu conta de que a dor de cabeça havia desaparecido. Aturdida e maravilhada ela correu de volta ao consultório.
– Doutor, o senhor é um gênio! Posso lhe encaminhar meu marido? Ele está tendo problemas com certo departamento… como posso dizer?
– Quando foi a última vez que vocês fizeram sexo?
– Há mais ou menos oito anos – disse ela.
– Então mande-o aqui – disse o médico.
Uns dias depois, já respirando sedutoramente, ela aguardava que o marido retornasse da visita ao médico.
Assim que chegou, ele a empurrou para o sofá e a amou selvagem e apaixonadamente.
Quando terminou, ele foi direto ao banheiro.
Mais alguns minutos e eis que ele retorna, atiçado em sua libido e começando tudo novamente como um jovem insaciável.
Depois de outra hora de sexo magistral ele se tranca novamente no banheiro.
Nestas alturas, a esposa estava irremediavelmente curiosa. Andando na ponta dos pés, ela foi até a porta do banheiro, agachou-se e, pelo buraco da fechadura, viu o marido encarando o espelho, com os dois dedos nas têmporas, repetindo:
– Essa mulher não é a minha esposa, essa mulher não é a minha esposa, essa mulher não é a minha esposa…

PS: O corpo do cidadão ainda não foi localizado…

Como um bêbado deve chegar em casa…

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O jeito errado:
Passo A- Tirar os sapatos antes de entrar;
Passo B- Subir a escada sem fazer barulho;
Passo C- Tirar a roupa no banheiro;
Passo D- Entrar no quarto bem devagarzinho.

Resultado: Vai apanhar pra cacete. Tua mulher vai te encher de porrada!

O jeito certo:
Passo A- Chegar cantando pneu, dando aquela freada escandalosa;
Passo B- Bater a porta do carro violentamente;
Passo C- Subir a escada pisando forte, batendo no corrimão;
Passo D- Tirar a roupa e os sapatos e jogar tudo contra a porta do armário;
Passo E- Pular na cama e falar: “Hoje eu quero fazer amor!”

Resultado: Ela finge que está dormindo.

Pintura grátis…

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Um pintor de paredes era doido pela mulher do vizinho. E pelo jeito ela correspondia. Rolava certo clima, troca de olhares, mas a coisa nunca evoluía, porque o marido era um baita ciumento e trancava a mulher dentro de casa quando saía pro trabalho.
Querendo arrumar um jeito de se aproximar, o pintor teve uma idéia.
– Sabe como é, Joaquim – disse ele, pro vizinho – Somos vizinhos há tanto tempo. Eu ando com um tempo sobrando, então tava pensando. Você não quer que eu pinte sua casa de graça?
– Claro, meu camarada! -Agradeceu ele – Aparece aqui amanhã de manhã que você já começa!
No dia seguinte, logo cedinho, o pintor chega todo animado, lata de tinta numa mão, pincel na outra. E o marido ciumento diz:
– Se você não se importa, vou trancar a porta. Não gosto que minha mulher fique dando voltinhas por aí.
– Claro, Joaquim. Você é quem sabe!
Foi só o marido sair para o trabalho que começou o rala e rola. O negócio foi esquentando, mas de repente ouve-se um barulho de porta. O corno tinha voltado!
– E agora? -pergunta a mulher, desesperada.
O pintor só teve tempo de pegar o pincel e começar a pintar, com um jeito bem distraído.
O que é isso?- pergunta o marido, assustado – Você pede pra pintar minha casa e fica pelado na frente da minha mulher?
– Pô, eu tô pintando de graça e você ainda quer que eu suje a minha roupa?
– Hummm!?? E esse negócio duro, aí? – Diz ele, apontando para o “dito cujo” do pintor, que estava em ponto de bala.
E o pintor responde com a maior naturalidade:
– Onde é que você queria que eu pendurasse a lata?