Argentino no deserto…

Imagem

Um argentino está andando no deserto, desesperado por um pouco de água. De repente, ele vê algo ao longe que parece um oásis. Na esperança de encontrar água, se arrasta até lá, mas só encontra um camelô brasileiro sentado perto de uma mesa cheia de gravatas. O argentino implora:
– Por favor, estoy muerto de sede, puede me dar um pouco de água?
O brasileiro responde:
– Eu não tenho água, mas por que você não compra uma gravata? Tenho uma aqui que combina muito bem com sua roupa!
O argentino exclama, furioso:
– Yo não quiero una gravata, su idiota! Yo quiero água!
– Tá certo, não compre a minha gravata – diz o brasileiro – Mas sou um sujeito gente boa. Vou te dizer onde tem água assim mesmo: depois daquela colina ali, a cerca de 10 quilômetros, existe um ótimo restaurante. Vá até lá e você poderá tomar quanta água quiser.
O argentino sai em direção à colina e desaparece. Cinco horas depois, ele volta se arrastando até a mesa do brasileiro, que pergunta:
– Eu disse 10 quilômetros depois da colina. Você não encontrou?
E o argentino:
– Encontrei lo restaurante. Pero no es permitido entrar sin gravata!

O padre e o gaúcho…

Imagem

A aeromoça oferece bebidas a um GAÚCHO que está sentado ao lado de um padre, dentro de um avião. O gaúcho pede uísque com gelo.
– O senhor quer o mesmo que ele, reverendo? – pergunta a aeromoça ao religioso.
O padre fica indignado:
– Prefiro ser agarrado selvagemente e estuprado por um negão do Pelourinho do que botar uma gota desse álcool na boca!
O GAÚCHO escuta e devolve o uísque a aeromoça dizendo:
– Desculpe, guria… eu não sabia que tinha outra opção… me vê a opção do padre…

Final de semana…

Imagem

Chegou mais um fim de semana…
Nesses últimos dias eu nem conseguii dar a atenção que você, visitante do Loucuras e Devaneios merece…
Mas, garanto que não foi de propósito.
O que importa é que hoje é sexta e eu já tenho um monte de coisas pra fazer.
Só pra começar, hoje vou assistir um filme de sacanagem que me indicaram. O resto fica por conta da sua imaginação…
Estou colocando a capa do filme aí embaixo pra você alugar também:

Espero que o seu final de semana seja excelente!

Onde mesmo?

Imagem

Cráudio estava sentindo fortes dores nas costas mas, como era caipira da gema, não queria ir ao médico de jeito nenhum. Até que, depois de sua mulher Gislaine insistir muito, ele concordou em ir. Mas ela fez questão de ir junto.

Enquanto ele era examinado, sua esposa esperava do lado de fora.

E o médico disse:
– Não é nada grave, só uma inflamação… Você coloca esse supositório e fica tudo bem!
– Brigado, dotô… – disse o caipira, saindo da sala.

Do lado de fora, Gislaine foi logo perguntando:
– I aí, Cráudio? Como foi, homi?
– Eu só perciso usá esse negóço aqui… Chama “suipostório”!
– Mais comé qui si usa isso, homi?
– Uai… — disse ele, colocando a mão na cabeça — Sei lá eu, sô!
– Intão vorta lá, uai! Ocê tá pagano, ele tem qui ti ixpricá!
– Ai… O homi vai ficá brabo!
– Vai lá i num recrama, Cráudio!

E lá se foi o Cráudio:
– Dotô! Onde foi qui o sinhô mandô colocá o suipostório memo?
– No reto. Supositórios são para colocar no reto.
– Brigado, dotô… — disse ele, saindo da sala.
– I aí, Cráudio — perguntou Gislaine.
– Eu perciso colocá isso aqui no reto! — disse ele.
– Mais onde é qui fica esse negóço, Cráudio!
– Uai… Eu sei lá!
– Mais ocê tá pagano! Ele tem que ixpricá tudo! Trata di vortá e perguntá!
– Mas o homi vai ficá brabo, Gislaine…
– Vai logo, Cráudio!

E lá estava o caipira de novo na sala do médico.
– Ondi é memo qui tem qui colocá o troço, dotô?
– No reto — explicou o médico, calmamente — No final da coluna cervical…
– Brigado, dotô! — e saiu da sala.
– Pronto, Gislaine — explicou ele pra sua esposa — É só eu colocá no reto, qui fica no finár da coluna cervicár!
– Ai, Cráudio! Mais o que é essa tár de cervicár?
– Ih, isso eu já num sei…
– INTÃO VORTA LÁ, HOMI!

E lá se foi ele mais uma vez.
– Dotô… Disculpa… Mais onde foi memo que o sinhô falô pra infiá o negocinho?
– No c*, Cráudio! No c*! Enfia no c*!

Cráudio saiu da sala do mádico e comentou com a esposa:
– Viu, Gislaine… Eu num falei que o homi ia ficá bravo?

Diga sempre a verdade…

Imagem

Um sujeito se dirigiu à atendente da casa lotérica:
– Olha, não tenho a menor idéia sobre quais números escolher para comprar um bilhete da Loteria Federal. Você poderia me ajudar?
– Claro, respondeu ela, vamos lá. Durante quantos anos você freqüentou a escola?
– 8.
– Perfeito, temos um 8.
Quantos filhos você tem?
– 3.
– Ótimo, já temos um 8 e um 3. – Quantos livros você já leu até hoje?
– 9.
– Certo, temos um 8, um 3 e um 9. Quantas vezes por mês você faz amor com sua mulher?
– Caramba, isso é uma coisa muito pessoal – diz ele.
– Mas você não quer ganhar na loteria?
– Está bem, 2 vezes.
– Só??? Bom, deixa pra lá. Agora que já temos confiança um com o outro, me diga quantas vezes você já deu a bunda?
– Qual é a sua? – diz o homem – Sou espada!
– Não fique chateado. Vamos considerar então zero vezes. Com isso já temos todos os números: 83920.
O sujeito comprou o bilhete que correspondia ao número escolhido.
No dia seguinte foi conferir o resultado. O bilhete premiado foi o de nº 83921.
Cheio de raiva, comentou:
– PQP!!! Por causa de uma MENTIRINHA BESTA eu não fiquei milionário!