Uma mulher estava esperando o trem na estação ferroviária de Varginha-MG, quando sentiu uma vontade de ir urgente ao banheiro.
Quando voltou, o trem já tinha partido. Ela começou a chorar..Nesse momento, chegou um mineiro, compadeceu-se dela e perguntou:
– Purcaus diquê qui a sinhora tá chorano?
– É que eu fui urinar e o trem partiu…
– Uai, dona! Porcaus dissu num pricisa chorá naum. Tenho certeza bisoluta qui a sinhora já nasceu com esse trem partido…
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Árvore de natal…
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Natal no hospício…
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É Natal. No hospicio os médicos resolvem testar alguns loucos para ver quais poderiam passar as festas com a familia. Chamaram o primeiro louco e perguntaram:
– O que é uma coisa de couro que se usa nos pés para caminhar?
O Louco pensou, pensou e perguntou:
– Tem cadarço?
– Tem…
– Então é sapato.
Muito bem, o Louco foi aprovado. Quando saia, segredou para o outro louco que ia ser testado:
– Pergunta se tem cadarço. Se tiver, é sapato e tu estas livre. Os medicos perguntaram ao segundo louco.
– O que é uma coisa de lata, com quatro rodas e um motor que a gente usa para andar?
O segundo louco pensou, pensou e perguntou:
– Tem cadarço?
– Não…
– Então é mocassim…
Gorila esperta…
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Virgindade nos dias de hoje…
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Primeira noite de um casal recém-casado.
Quando vão à cama, a moça disse ao rapaz:
– Sabe, amor, eu não havia dito a você mas eu não sei fazer nada de nada!
– Não se preocupe, minha linda, você tira a roupa e deita sobre a cama, relaxa, dá uma afastada nas pernas e deixa que eu faço o resto!
E ela, muito meigamente responde:
– Não. Trepar eu sei muito bem! O que eu não sei é lavar, passar, cozinhar…
Exagerado…
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Dúvidas casamenteiras…
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No meio de uma cerimônia de casamento, Joãozinho pergunta:
– Mamãe! Por que toda noiva se veste de branco?
– Porque é o dia mais feliz da vida dela! – responde a mãe.
– Entendi… E por que o noivo se veste de preto?
– Cala a boca, moleque!!!
Assim não tem briga…
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Um bom advogado…
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Tinha na cidade um cara cujo apelido era Cabeçudo. Nascera com uma cabeça grande, dessas cuja boina dá pra botar dentro, fácil, uma dúzia de laranjas.
Mas, fora disso, era um cara pacato, bonachão e paciente.
Não gostava, é claro, de ser chamado de Cabeçudo, mas desde os tempos do grupo escolar, tinha um chato que não perdoava.
Onde quer que o encontrasse, lhe dava uma palmada na cabeça e perguntava:
“Tudo bom, Cabeçudo”?
O Cabeçudo, já com seus quarenta e poucos anos, e o cara sempre zombando dele.
Um dia, depois do entésimo tapinha na sua cabeça, o Cabeçudo meteu uma faca no engraçado e matou ele na hora.
A família da vítima era rica, a do Cabeçudo, pobre.
Não houve jeito de encontrar um advogado para defendê-lo, pois o crime tinha muitas testemunhas.
Depois de apelarem para advogados de Minas e do Rio, sem sucesso algum, resolveram procurar o Zé Caneado, um advogado que há muito tempo deixara a profissão, pois, como o próprio apelido indicava, vivia de porre.
Pois não é que o Zé Caneado aceitou o caso?
E passou a semana anterior ao julgamento sem botar uma gota de cachaça na boca!
Na hora de defender o Cabeçudo, ele começou a sua peroração assim:
– Meritíssimo juiz, honrado promotor, dignos membros do júri.
Quando todo mundo pensou que ele ia continuar a defesa, ele repetiu:
– Meritíssimo juiz, honrado promotor, dignos membros do júri.
Repetiu a frase mais uma vez e foi advertido pelo juiz:
– Peço ao advogado que, por favor, inicie a defesa.
Zé Caneado, porém, fingiu que não ouviu e:
– Meritíssimo juiz, honrado promotor, dignos membros do júri.
E o promotor:
– A defesa está tentando ridicularizar esta corte!
O juiz:
– Advirto ao advogado de defesa que se não apresentar imediatamente os seus argumentos…
Foi cortado por Zé Caneado, que repetiu:
– Meritíssimo juiz, honrado promotor, dignos membros do júri.
O juiz não agüentou:
– Seu moleque safado, seu bêbado irresponsável, está pensando que a Justiça é motivo de zombaria? Ponha-se daqui para fora antes que eu mande prendê-lo.
Foi então que Zé Caneado disse:
– Se por repetir apenas algumas vezes que o juiz é meritíssimo, que o promotor é honrado e que os membros do júri são dignos, os senhores me ameaçam de prisão, pensem na situação deste pobre homem, que durante quarenta anos, todos os dias da sua vida, foi chamado de Cabeçudo?
Cabeçudo foi absolvido e o Zé voltou a tomar suas cachaças em paz.
Reprodução na natureza…
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