Duas PULGAS se encontram um dia, uma delas com uma tosse que não tinha tamanho…
– *COF* *COF* – falou a primeira.
– O que foi? – perguntou a outra.
– *COF* passei o dia todo *COF* no bigode *COF* de um motoqueiro *COF*.
– Você é maluca? Faça que nem eu, procure um lugar quentinho, se possível, procure uma garota, e fique naquele lugarzinho…
Assim, as duas se encontram no dia seguinte, a tosse da primeira tinha crescido geometricamente.
– *COF COF COF* – falou a primeira.
– Pô!!! Não te falei ontem o que você devia ter feito??? – perguntou a segunda.
– *COF COF COF* eu *COF* fiz, *COF*, procurei uma garota, *COF* fiquei naquele lugarzinho, *COF*, quentinho, úmido *COF*…
– E daí? – pergunta a outra.
– Bem *COF*, o lugar estava *COF* tão bom que *COF* eu dormi *COF*.
– Sim? – a outra morrendo de curiosidade.
– *COF* quando *COF* acordei, eu *COF COF COF* estava de novo no bigode do maldito *COF* motoqueiro…
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Sexo animal…
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O circo…
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O circo tinha chegado na cidade. A maior atração era o elefante super-treinado. Tão bem treinado que o dono do circo sempre fazia uma aposta:
– Meus senhores e minhas senhoras! Este é o elefante mais bem treinado do mundo! Mas ele somente atende a mim. Vejam: Senta elefante! – o elefante sentou. Deita elefante! – o elefante deitou. Planta bananeira! – o elefante plantou.
– Viram ? Agora o desafio: ofereço R$100.000,00 a quem mandar este elefante sentar!
Foi aquele falatório danado até que levantou um cara lá do fundo:
– R$100.000,00?
– Claro! Tem que fazer o elefante sentar.
– Você apaga a luz?
– Apagar a luz ? Mas claro!
E apagou a luz do circo. O cara foi perto do elefante e deu um tremendo chute no saco dele. Então o elefante sentou. Acenderam a luz do circo, e foi aquela ovação, uma zoeira infernal…
O dono do circo já estava desesperado com a perda do dinheiro e fez outra oferta:
– Outro desafio! R$200.000,00 se fizer o elefante ficar em pé. Topas?
– Apaga a luz?
– Claro!
Foi lá e apagou a luz do circo. O cara deu um chute mais forte ainda no saco do elefante. O elefante ficou em pé na hora. Acenderam a luz do circo e quase destruíram tudo com o feito do cara. O dono do circo não tinha nem forças de respirar e fez um desafio mais impossível ainda:
– Olha, agora é pra valer! R$1.000.000.000,00 se fizer o elefante FALAR! Topas ?
– Apaga a luz ?
– Claro, claro que apago a luz.
Nisso o elefante do outro lado berrou:
– APAGA A LUZ PORRA NENHUMA!!!
Ninguém quer correr esse risco…
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O galo Chucky…
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Lá no interiozão americano, o velho fazendeiro foi ao cinema da cidadezinha.
O bilheteiro perguntou:
– O que é isso no seu ombro?
– Isso é Chucky, o meu galo de estimação, onde eu vou, levo ele comigo.
– Sinto muito senhor, mas não permitimos animais no cinema.
O velho foi até esquina e enfiou o bicho dentro do macacão, no’baixo ventre. Voltou, comprou o bilhete e entrou. Estava começando o filme e o velho sentou-se ao lado de duas velhinhas viúvas.
Abriu a braguilha para o galo respirar e o bicho botou o pescoço pra fora, todo feliz.
A velha ao seu lado cochichou pra outra:
– Acho que o cara ao meu lado é um tarado.
A outra cochichou:
– Porque?
– O cara botou o negócio pra fora!
– Ah, não se preocupe, na nossa idade nós já vimos de tudo.
– Eu também pensava a mesma coisa, mas o negócio tá comendo a minha pipoca!!!
Esse é bom…
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Língua solta…
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Numa cidade do interior, o Promotor de Justiça chama sua primeira testemunha, uma velhinha de idade bem avançada.
Para começar a construir uma linha de argumentação, o Promotor pergunta à velhinha:
– Dona Genoveva, a senhora me conhece, sabe quem sou eu e o que faço?
– Claro que eu o conheço, Vinícius! Eu o conheci bebê. E, francamente, você me decepcionou. Você mente, trai sua mulher, manipula as pessoas, espalha boatos e adora fofocas. Você acha que é influente e respeitado na cidade, quando na realidade é apenas um coitado. Ah, se eu o conheço! Claro que conheço!
O Promotor fica petrificado, incapaz de acreditar no que estava ouvindo. Ele fica mudo, olhando para o Juiz e para os jurados.
Sem saber o que fazer, aponta para o advogado de defesa e pergunta à velhinha:
– E o advogado de defesa, a senhora o conhece?
A velhinha responde imediatamente:
– O Robertinho? É claro que eu o conheço! Desde criancinha. Eu cuidava dele para a Marina, a mãe dele. E ele também me decepcionou. É preguiçoso, puritano, alcoólatra e sempre quer dar lição de moral nos outros sem ter nenhuma para ele. Ele não tem nenhum amigo e ainda conseguiu perder quase todos os processos em que atuou.
Neste momento, o Juiz pede que a senhora fique em silêncio, chama o promotor e o advogado perto dele, se debruça na bancada e fala baixinho aos dois:
– Se algum de vocês perguntar a esta velha filha da puta se ela me conhece, vai sair desta sala preso! Fui claro?!?
Experiência interessante…
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Em uma região remota da África do Sul, um grupo de maridos se submeteu voluntariamente a um teste que consistia em escutar durante todo o dia sua esposa, sem contestá-la e nem contrariá-la.
Só era permitido dizer: ”Sim, querida” e ”Você tem razão“.
Também deveriam visitar diariamente sua sogra, conversar o que elas gostassem e elogiar todas as comidas que elas preparassem.
Depois de três semanas, o estudo chegou a algumas conclusões, que foram registradas em uma foto, que exibimos na seqüência:

Exame de vista…
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Enólogo x Caipira…
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Diálogo entre um enólogo e um caipira:
– Hummm… Hummm…
– Eca!
– Eca? Quem falou Eca?
– Fui eu, sô! O senhor num acha que esse vinho tá com um gostim estranho?
– Que é isso?! Ele lembra frutas secas adamascadas, com leve toque de trufas brancas, revelando um retrogosto persistente, mas sutil, que enevoa as papilas de lembranças tropicais atávicas …
– Putaqueopariu! E o senhor cheirou isso tudo aí no copo, sô?
– Claro! Sou um enólogo laureado. E o senhor?
– Cebesta, eu não! Sou isso não senhor!!! Mas que isso aqui tá me cheirando iguarzinho à minha egüinha Gertrudes depois da chuva, lá isso tá!
– Ai, que heresia! Valei-me São Mouton Rothschild!
– O senhor me desculpe, mas eu vi o senhor sacudindo o copo e enfiando o narigão lá dentro. O senhor tá gripado, é?
– Não, meu amigo. São técnicas internacionais de degustação, entende?
– Entendo. Lá no bar do Tiramãodaí a gente tumém tem umas mania esquisita…
– Ah, é? Os senhores também praticam degustação?
– Não, senhor, só engolição. A gente olha bem a marvada, assim, contra o sol, que é pra ver se num tem barata dentro. Depois joga um tiquim pro santo e manda ver! A danada desce que só vendo! Sai carrascando tudo, bate lá no bucho e sobe qui nem rojão na festa da Trindade. Com meia dúzia, o pessoar já sai avançando nas saia das comadre que é um desassossego! Às veiz sai inté tapa!
– Disgusting!
– Nossa Senhora! Nem me fale! Um desgosto danado! Já teve casamento desmanchado e tudo…
– Caso queira, posso ser seu mestre na arte enológica. O senhor aprenderá como segurar a garrafa, sacar a rolha, escolher a taça, deitar o vinho e, então…
– E antão molhar o biscoito, né? Tô fora, seu frutinha adamascada!
– O querido não entendeu. O que eu quero é introduzi-lo no…
– Mas num vai introduzir mas é nunca! Desafasta, coisa ruim!
– Calma! O senhor precisa conhecer nosso grupo de degustação. Hoje, por exemplo, vamos apreciar uns franceses jovens…
– Hã-hã… Eu sabia que tinha francês nessa história lazarenta!
– O senhor poderia começar com um Beaujolais!
– Num beijo lé, nem beijo lá! Eu sô é homem, safardana!
– Então, que tal um mais encorpado?
– Óia lá, ocê tá brincando com fogo…
– Ou, então, um suave fresco!
– Seu moço, tome tento, que a minha mão já tá coçando de vontade de lhe meter a mão na sua cara desavrigonhada!!!
– Já sei: iniciemos com um brut, curto e duro. O senhor vai gostar!
– Num vô não, fio de um cão! Mas num vô, mermo! Num é questão de tamanho e firmeza, não, seu fióte de brabuleta. Meu negócio é outro, qui inté rima com brabuleta…
– Então, vejamos, que tal um aveludado e escorregadio?
– E que tal a mão no pédouvido, hein, seu fióte de Belzebu?
– Pra que esse nervosismo todo? Já sei, o senhor prefere um duro e macio, acertei?
– Eu vou acertar é um tapão nas suas venta, cão sarnento! Engolidor de rolha!
– Mole e redondo, com bouquet forte?
– Agora, ocê pulou o corguin! E é um… e é dois… e é treis! Num corre, não, fiodaputa! Vorta aqui que eu te arrebento, seu bicha fedorento…