A velhinha e os sacos…

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Uma velhinha caminhava pela calçada arrastando 2 sacos plásticos de lixo.

Uma das sacolas estava rasgada e de vez em quando caía uma nota de 20 dólares caía pelo buraco da sacola.

Um policial que passava a parou e disse:

– Senhora, tem notas de 20 caindo desse saco plástico.

– É mesmo? Que droga! – respondeu a velhinha. Melhor eu voltar e ver se eu pego as que caíram. Obrigado seu guarda por me avisar.

– Pera aí senhora, onde conseguiu todo esse dinheiro? A senhora não andou roubando, não?

– Não, não… Sabe seu guarda, o meu quintal dá para um campo de golfe e um monte de golfistas vem aqui e urinam por um buraco que tem na minha cerca, direto no meu canteiro de flores. Isso realmente me incomodava; matava minhas flores. Então eu pensei: porque não se aproveitar dessa situação? Agora eu fico bem quieta, atrás do buraco na cerca, com a minha tesoura de jardim. Toda vez que algum golfista enfia o “instrumento” através da minha cerca, eu pego ele de surpresa, agarro o instrumento e digo “OK amigão, ou me paga 20 dólares ou eu corto essa coisa”.

– Parece justo =- diz o policial rindo da estória – Ok boa sorte! Mas, a propósito o que tem no outro saco?

– Bem você sabe… – diz a simpática velhinha. É que nem todos pagam!

On cê vai?

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Havia um rapaz cujo irmão era meio tantã.

Certo dia, ele estava se arrumando para sair com a namorada,quando o irmão tantã pergunta:

– On cê vai?

– Vou sair com minha garota.

– Vô cocê!

– Não vai comigo, não!

E a mãe, com aquele enorme zelo pelo filho doente:

– Vai levar o seu irmão sim, ele é diferente e precisa de atenção!

O irmão levou-o para o encontro.

Chegando lá, conversa vai, conversa vem, ele começa a beijar a namorada quando o irmãozinho diz:

– Qué também!

– Quer o quê? Beijá-la? Nem pensar…

E a moça, com pena:

– Não tem problema amor, é só um beijinho, ele é doente

E o louquinho lasca um beijo na namorada do irmão.

No outro dia:

– On cê vai?

– Dar uma volta com minha namorada…

– Vô cocê!

– Não, hoje não!

E a mãe:

– Ah, meu filho, leva seu irmão, ele é doente…

Então o irmão, impaciente, leva-o para sair de novo.

E no meio da bagunça, o louco vê seu irmão bolinando os seios da namorada.

– Qué fazê isso também!

– Nem pensar! Não, não e não!

E a namorada:

– Só um pouquinho, meu bem, ele é doentinho…

E o louco mete as mãos no seio da moça.

No outro dia, enfurecido, o irmão se arruma para sair com a namorada, quando:

– On cê vai?

– Vou dar a bunda!

-Demora não, tá!