Link de links #20

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A semana está chegando ao fim…

Minha paciência também!

Ainda bem que amanhã é sexta e… Bom, o resto você já sabe.

Vamos aos escolhidos da semana para o Link de links:

No Tramado Por Mulheres veja o Links em TPM;

No Tapa Olho abra os olhos no LinksDeOntem;

No Ciência do Humor estude o Desprenda-se do CDH;

No Tédio Mental desentedie-se no TédioLinks e

No Realidade ou Não curta o Top Links da Semana.

Pronto! Agora você tem horas de enrolação no trabalho diversão garantidas.

Uma noite tranquila…

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Numa cidadezinha do interior já cansado do seu dia de trabalho, um vendedor que precisa repousar e vai para o único hotel da cidade, mas que, infelizmente não tem mais vaga.

O sujeito implora ao atendente:

– Dê um jeito, por favor, preciso dormir, nem que seja uma cama apenas.

O recepcionista responde:

– Olha, tenho um quarto com duas camas, onde está hospedado um sujeito que me disse que gostaria de rachar as despesas com alguém. Mas tenho que avisá-lo: o sujeito ronca pra caramba! Tanto que os vizinhos telefonam se queixando de que não conseguem dormir.

– Sem problema, fico com o quarto, preciso dormir!

O recepcionista apresenta os hóspedes um ao outro e diz que o jantar está servido, para quem quiser.

No dia seguinte, o vendedor desce ao restaurante para tomar café e, contrariando as expectativas, estava bem disposto.

O recepcionista pergunta:

– O senhor conseguiu dormir?

– Sem problema!

– Mas os roncos não o atrapalharam?

– Nada! Ele não roncou nem por um minuto.

– Como assim?

– Bom, foi simples. O sujeito já estava dormindo quando entrei no quarto. Então me aproximei da cama dele e beijei a bunda dele, dizendo: “Boa noite, coisinha linda…”

E o sujeito passou a noite toda sentado na cama me olhando assustado, com medo de dormir.

A carona do índio…

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Uma loira daquelas extremamente gostosas e burras também estava dirigindo no interior do Texas, quando seu carro quebrou. Enquanto a loira chuta a lata velha, um índio oferece uma carona até a cidade mais próxima.
A loira, que não tem muitas opções, aceita. Ela monta na garupa e o cavalo sai galopando. A viagem segue tranqüila e sem grandes incidentes. Mas de vez em quando o índio solta alguns berros.
Apesar disso, a loira e o índio chegam na cidade, ele a leva numa oficina. Ela desce e se despede, e o índio agradece efusivamente e visivelmente excitado.
O mecânico confuso, pergunta:
– O que é que deixou o índio tão excitado?
A loira faz cara de dúvida e responde:
– Eu não sei, acho que fiz algo de errado. Mas, eu apenas sentei atrás dele no cavalo, passei os braços em volta do seu peito e fiquei me segurando no apoio da sela.
O mecânico sorri:
– Mocinha, os índios não usam sela!