Encontramos o Yakko dos Animaniacs…
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Vida de executivo…
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O executivo relatou ao médico o seu caso e o psiquiatra, experiente, logo diagnosticou:
– O senhor precisa se afastar por duas semanas da sua atividade profissional. O conveniente é que vá para o interior, se isole do dia-a-dia e busque algumas atividades que o relaxem.
Então o nosso executivo procurou seguir as orientações…
Munido de vários livros, CDs e laptop, mas sem o celular, partiu para a fazenda de um amigo.
Passados os dois primeiros dias, ele já havia lido dois livros e ouvido quase todos os CDs.
Continuava inquieto. Pensou então que alguma atividade física seria um bom antídoto para a ansiedade que ainda o dominava.
Chamou o administrador da fazenda e pediu para fazer algo.
O administrador ficou pensativo e viu uma montanha de esterco que havia acabado de chegar. Disse ao executivo:
– O senhor pode ir espalhando aquele esterco em toda aquela área que será preparada para o cultivo.
O administrador pensou consigo: ‘Ele deverá gastar uma semana com essa tarefa’.
Ledo engano. No dia seguinte o executivo já tinha distribuído o esterco por toda a área.
O administrador então lhe deu a tarefa de abater 500 galinhas com uma faca.
Essa foi fácil em menos de 3 horas já estavam todas prontas para serem depenadas.
Pediu logo uma nova tarefa. O administrador então lhe disse:
– Estamos iniciando a colheita de laranjas. Vá ao laranjal levando três cestos para distribuir as laranjas por tamanho. Pequenas, médias e grandes.
No fim daquele primeiro dia o executivo não retornou. Preocupado, o administrador se dirigiu ao laranjal e viu o executivo com uma laranja na mão, os cestos totalmente vazios, falando sozinho:
– Esta é grande. Não, é média. Ou será pequena?
– Esta é pequena. Não, é grande. Ou será média?
– Esta é média. Não, é pequena. Ou será grande?
Moral da estória:
Espalhar merda e cortar cabeças é fácil. O difícil é tomar decisões…
Hermanoteu na terra te Godah…
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Declaração do imposto…
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Joguinho da vez…
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Amor eterno…
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Quando o marido finalmente morreu, a esposa colocou no jornal o anúncio da morte, acrescentando que ele havia morrido de gonorréia.
Logo que o jornal foi distribuído, um amigo da família telefonou e protestou veementemente:
“Você sabe muito bem que ele morreu de diarréia, e não de gonorréia!!!”
A viúva respondeu:
“Eu cuidei dele noite e dia, portanto é lógico que eu sei que ele morreu de diarréia, mas eu achei que seria melhor que se lembrassem dele como um grande amante, ao invés do grande m…. que ele sempre foi.”
Fotos de um casamento…
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Que dia feliz…
Intimidade…
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A mulher colocou um vestido muito apertado e foi apanhar o ônibus. Quando o coletivo chegou ela tentou subir, mas o vestido estava demasiado apertado e não conseguiu levantar a perna o suficiente.
Ela dá um passo atrás, leva as mãos ao botão, atrás da saia, desaperta um pouco e tenta novamente, mas ainda não consegue. Novo passo atrás, desaperta um outro botão, tenta novamente, ainda não consegue. Recua novamente, desaperta mais um botão, tenta outra vez, continua sem conseguir levantar a perna e dá novo passo atrás.
Nisto, o sujeito que está atrás dela pega-a ao colo e coloca-a dentro do ônibus.
Ela fica indignada e grita:
– Mas o que é isto? Quem lhe deu esta confiança?
– Minha senhora, desculpe… É que julguei que depois de me abrir três botões das calças já éramos íntimos…
Quase idênticas…
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