Sacaneando o advogado…

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Quando você for prestar depoimento em um Tribunal, tente ter o raciocínio deste policial. Ele estava sendo interrogado, e o advogado de defesa tentava abalar sua credibilidade:
Advogado: – Você viu meu cliente fugir da cena do crime?
Policial: – Não senhor. Mas eu observei logo em seguida um elemento com a descrição do criminoso correndo a algumas quadras de distância.
A: – E quem forneceu a descrição do criminoso?
P: – O policial que chegou primeiro ao local do crime.
A: – Um colega policial forneceu as características do suposto criminoso. Você confia nos seus colegas policiais?
P: – Sim senhor. Confio a minha vida.
A: – A sua vida? Deixe-me fazer uma pergunta. Na sua delegacia tem um vestiário onde vocês trocam de roupa antes de sair para trabalhar?
P: – Sim senhor, temos um vestiário.
A: – E vocês trancam a porta com chaves?
P: – Sim senhor, nós trancamos.
A: – E o seu armário, também tranca com cadeado?
P: – Sim senhor, eu tranco.
A: – Por que então policial você tranca seu armário, se quem divide o vestiário com você é o mesmo colega a quem você confia sua vida?
P: – Veja bem doutor, nós estamos dividindo o prédio com o Tribunal de Justiça, e algumas vezes nós vemos advogados andando perto do vestiário.
A platéia irrompeu-se em gargalhadas, e a sessão foi suspensa.

Os Bombeiros da Vidigueira (em Portugal)…

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Um fogo deflagrou num Monte Alentejano.
Os bombeiros foram imediatamente chamados para extinguir as chamas.
O fogo estava cada vez mais forte, e os bombeiros não conseguiam dominar as chamas.
A situação já estava ficando fora de controle, quando alguém sugeriu que se chamasse o grupo voluntário da Vidigueira.
Apesar de algumas dúvidas quanto a capacidade e equipamentos dos voluntários, seria mais uma forma de auxilio.
Assim foi.
Os voluntários chegaram num caminhão velho, desgastado pelos anos e operações de combate.
Passaram em grande velocidade e dirigiram-se em linha reta para o centro do incêndio. Foram até ao meio das chamas e pararam.
Estupefata a população assistiu a tudo.
Os voluntários saltaram todos para fora do caminhão e começaram a pulverizar freneticamente em todos os sentidos. Como estavam no meio do fogo, as chamas dividiram-se, e restaram duas porções facilmente controláveis.
Impressionado com o trabalho dos voluntários da Vidigueira, o dono do monte respirou de alívio quando viu a sua propriedade ser poupada da devastação das chamas. Pegou a carteira e passou um cheque de 5000 euros à corporação voluntária.
Um repórter do jornal local perguntou logo ao comandante dos bombeiros:
– “5000 euros! Já pensou o que vai fazer ao dinheiro?”
– “Penso que é óbvio, não é?” – responde o comandante sacudindo as cinzas do capacete – “A primeira coisa que vamos fazer é arrumar a porra do freio do caminhão!”

Tecnologia…

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País está atrasado na adoção de banda larga em relação aos demais subdesenvolvidos
Pesquisa da Fundação Getúlio Vargas (FGV) mostra que o Brasil, com 3% de penetração, ainda precisa tornar a banda larga um meio de comunicação de fácil acesso.
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Mulher raivosa…

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Uma mulher chegou inesperadamente em casa e encontrou seu marido na cama com outra mulher. Louca de raiva, ela pegou uma arma e arrastou o marido até a garagem.
Chegando lá, prendeu o pênis dele numa morsa (prensa), em cima da bancada, apertou até ficar bem preso e retirou a alavanca da morsa.
Aí, ela foi no armário de ferramentas, retirou uma faca e colocou na bancada. O marido gritou:
– Querida, você não vai cortar ele, vai?
– Não, retrucou a mulher. Você é quem vai. Eu só vou botar fogo na garagem…

Quem não tem dinheiro, tem criatividade…

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Um cara entrou num trem. Ele não tinha dinheiro pra nada (parecia eu).
Aí, como só acontece em piadas, sentou ao lado dele outro cara que fez uma proposta:
– Quer ganhar mil reais?
– Claro! O que é que eu tenho que fazer?
– É só ir ali e dar um tapa na cabeça daquele careca.
– Mas isso eu não posso fazer!
– Cê que sabe. Milzão taí. Querendo, é só ir lá.
Aí o sem-grana pensou que com mil reais pagava a passagem do trem e ainda sobrava um dinheirinho. Foi lá.
Deu um tabefe na cabeça do careca, que avançou nele.
Muito esperto, o sem-grana abraçou-o e disse:
– Almeida!!! Quanto tempo, cara!
– Meu senhor, eu não sou o Almeida!
– Não?! Me desculpe. Achei que fosse um amigo meu.
Pegou a grana e sentou-se de novo. Aí, o cara do dinheiro falou:
– Quer ganhar dois mil?
– Quero! Que é que eu faço agora?
– A mesma coisa.
– Mas agora o careca vai me matar!
– Cê que sabe… Dois mil tão aí… Querendo, é so ir lá e dar um bifa na cabeça do careca.
O sem-grana foi lá e fez de novo.
O careca furioso quis matá-lo. O sem- grana abraçou-o outra vez:
– Querendo me enganar que você não é o Almeida? Eu te conheço, pô! Nós estudamos o primário juntos… Namorei tua irmã! Um amigão assim a gente nunca esquece!
– Meu senhor, eu já disse que não sou o Almeida!
– Cê tem certeza que não é o Almeida? Olha…
– Não sou!
– Pô, desculpe aí…
O careca ficou tão bravo que mudou de vagão. O sem-grana pegou o dinheiro e sentou. Aí, outra vez, o cara do dinheiro perguntou:
– Quer ganhar cinco mil?
– Querer eu quero… mas se for pra dar tapa no careca de novo, eu não vou!
– Cê que sabe… cinco mil tão aí… querendo é só ir lá.
O sem-grana pensou um pouco e decidiu aceitar a proposta. Foi lá no outro vagão, deu um tapa ainda maior na cabeça do careca e antes que ele pudesse reagir, abraçou-o e disse:
– ALMEIDA! Dei dois tapas na cabeça de um careca no outro vagão pensando que fosse você…