O poder do crachá…

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Um oficial do DEA (Drug Enforcement Administration) vai a uma fazenda, no Texas e diz ao dono, um velho fazendeiro:

– Preciso inspecionar sua fazenda por plantação ilegal de maconha!

O fazendeiro diz:

– Ok, mas não vá naquele campo ali. E aponta para uma certa área.

O oficial puto da vida diz indignado:

– O senhor sabe que tenho o poder do governo federal comigo? E tira do bolso um crachá mostrando ao fazendeiro: Este crachá me dá a autoridade de ir onde quero e entrar em qualquer propriedade. Não preciso pedir ou responder a nenhuma pergunta. Está claro? Me fiz entender?

O fazendeiro todo educado pede desculpas e volta para o que estava fazendo.

Poucos minutos depois o fazendeiro ouve uma gritaria e vê o oficial do governo federal correndo para salvar sua própria vida perseguido pelo Santa Gertrudes, o maior touro da fazenda.

A cada passo o touro vai chegando mais perto do oficial, que parece que será chifrado antes de conseguir alcançar um lugar seguro. O oficial está apavorado. O fazendeiro larga suas ferramentas, corre para a cerca e grita com toda a força de seus pulmões:

– Seu Crachá, mostre o seu CRACHÁ!

Os sobreviventes…

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Um francês, um italiano e um argentino são os únicos sobreviventes de um navio que naufragou.

Agarrados a um pedaço de pau, vão parar numa ilha tropical.

De repente aparecem uns nativos brutamontes que agarram os náufragos e levam até o chefe deles.

O chefe olha para o francês e pergunta:

– Quer huga-bula ou morte?

– Prefiro huga-bula! – responde o francês.

Nisso, dois nativos enormes agarram o francês e huga-bula no coitado.

Em seguida, perguntam para o italiano:

– Quer huga-bula ou morte?

– Prefiro huga-bula! – respondeu o italiano.

Aí, surgiram cinco nativos e huga-bula no italiano.

Finalmente, perguntaram para o argentino:

– Quer huga-bula ou morte?

O argentino pensou “Se eu disser huga-bula, os nativos vão me enrabar…” e respondeu:

– Pois eu prefiro a morte!

E o chefe:

– Huga-bula nele até morrer!

Gênio sacana…

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Um homem entra num restaurante com uma avestruz atrás dele.

A garçonete pergunta o que querem e o homem pede:

– Um hambúrguer, batatas fritas e uma coca.

Ela vira-se para a avestruz e pergunta:

– E você, o que vai querer?

– Eu quero o mesmo – responde a avestruz.

Um tempo depois a garçonete traz a conta no valor de R$ 32,50.

O homem coloca a mão no bolso e tira o valor exato para pagar a conta.

No dia seguinte o homem e a avestruz retornam e o homem diz:

– Um hambúrguer, batatas fritas e uma coca.

E vira-se para a avestruz:

– Eu quero o mesmo – responde a avestruz.

De novo o homem coloca a mão no bolso e tira o valor exato para pagar a conta. Isto se torna uma rotina até que um dia a garçonete pergunta:

– Vão querer o mesmo?’

– Não, hoje é sexta e eu quero um filé à francesa com salada – diz o homem.

– Eu quero o mesmo – diz a avestruz.

Após trazer o pedido, a garçonete trás a conta e diz:

– Hoje são R$87,60.

O homem coloca a mão no bolso e tira o valor exato para pagar a conta colocando em cima da mesa.

A garçonete não controla a sua curiosidade e pergunta:

– Desculpe, mas como o senhor faz para ter sempre o valor exato a ser pago?

E o homem responde :

– Há alguns anos eu achei uma lâmpada velha e quando a esfregava, para limpar apareceu um gênio e me ofereceu 2 desejos. Meu 1º desejo foi que eu tivesse sempre no bolso o dinheiro que precisasse para pagar o que eu quisesse.

– Que idéia brilhante! – falou a garçonete. A maioria das pessoas deseja ter um grande valor em mãos ou algo assim. Mas o senhor vai ser tão rico quanto quiser, enquanto viver!

– É verdade, tanto faz se eu for pagar um litro de leite ou um Mercedes, tenho sempre o valor necessário no bolso. – respondeu o homem.

E a garçonete perguntou:

– Agora, o senhor pode me explicar a avestruz?

O homem faz uma pausa, suspira e responde:

– Meu 2º desejo foi ter uma companheira com bunda grande, pernas longas e que concordasse comigo em tudo…

Salvo pela lógica…

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Um trabalhador da limpeza pública estava limpando a entrada de uma enorme fossa quando de repente escorregou e caiu lá dentro. Quase se afogando ele grita:
– Socorro!!! Fogo!!! FOGO!!!
Os vizinhos rapidamente chamam os bombeiros que chegam em poucos minutos e salvam o rapaz. O comandante dos bombeiros, confuso com a situação, pergunta:
– Então, rapaz… Onde é que é o fogo?
E o homem, ainda sem fôlego:
– Se eu gritasse “Merda! Merda!” vocês vinham me salvar?