Joãozinho…

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No 3º andar da escola primária da aldeia, a professora sai da sala para ir tirar fotocópias. A turma, como sempre mal comportada, começa a destruir a sala por completo. Cadeiras, mesas, armários, tudo pelo ar. A professora entra e ao ver aquilo manda um berro:
– Todos quietos.
Os alunos sossegam e a professora questiona-os:
– Quem quebrou a cadeira?
– Eu – diz o Paulinho.
– Uma semana suspenso – diz a professora – E quem quebrou a mesa?
– Eu – diz o Toninho.
– Um mês suspenso. E você, o que fez Joãozinho? – pergunta a preocupada professora conhecedora do pequeno demônio.
– Nada professora, só mandei ramos de oliveira pela janela.
Sem acreditar, a professora comenta:
– Muito bem menino, isso é que é exemplo.
Passada meia hora, batem à porta. Entra um menino todo roto, escalavrado, cheio de sangue, irreconhecível… Vendo isto, a professora espantada pergunta:
– Quem é você, menino?
– O Ramos de Oliveira, professora.

Medicina domiciliar…

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É uma cidadezinha do interior, onde o único médico atende preferencialmente em domicílio.
Uma noite o telefone toca. É o Bastião que chama porque a mulher dele está em trabalho de parto.
Já no local, o médico manda o marido sair e se isola com a parturiente cujos gritos parecem redobrar de intensidade.
Alguns minutos depois o médico sai do quarto de onde emanam gritos cada vez mais fortes, e pede para o marido:
– O senhor teria um martelo?
Espantado, o marido vai até a garagem e traz um martelo. O médico o pega com ar compenetrado e volta para o quarto. Mas sai alguns minutos depois perguntando:
– O senhor não teria uma faca?
O marido empresta uma boa faca de churrasco ao médico que volta ainda mais preocupado, mesmo porque os gritos só fazem aumentar.
Cinco minutos depois o médico sai de novo do quarto. Ele está com o semblante carregado e pede uma turquesa, uma chave de fenda e uma serra de arco! Desta vez o marido nao agüenta e pergunta:
– O que é que o senhor está fazendo com minha mulher?
– Nada – responde o médico – Ainda não consegui abrir minha maleta!

O poço…

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Duas bichinhas estavam passeando quando uma delas, ao assustar-se com uma borboleta, caiu num poço. Na queda, ela quebrou as duas pernas e os dois braços.
Ficou lá em baixo, imóvel, berrando por socorro. A outra, mais que solícita, saiu correndo para pegar uma corda.
Toc, Toc, Toc, Toc, Toc (onomatopéia do salto da bichinha correndo)
Ela chegou e jogou a corda para a amiga em apuros.
– Vai, pega essa corda, Mona!
– Mas como? Se estou toda quebrada…- retrucou a bicha em perigo.
– Gruda os dentes na corda, boba!
E lá se foi a bicha a cravar os dentes e subir.
Aaaassssssshhhhhhh, Ashhhhhhh, Assssshhhhhh (onomatopéia da bicha ajudando a outra a subir).
Quando finalmente a bicha estava quase chegando á boca do poço, a amiga diz:
– Bicha, que dentes mais lindos! Tô passada!
E a outra:
– Obrigaaaaaaa.a.a.a.a.a….a….a….a….a….

Casa misteriosa…

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O cara foi numa festa na casa de um cara muito rico.
Chegando lá, quis tirar a barriga da miséria: comeu e bebeu de tudo que viu pela frente.
Lá pelas tantas, lhe deu uma dor de barriga daquelas de fazer até bico. Desesperado ele começou a procurar um banheiro e não achava.
Já não suportando, ele correu para o jardim, se entocou atrás de uma moita e descarregou todo aquele peso.
Após se limpar, olhou para baixo para ver o “serviço”, mas para sua surpresa, não havia nada.
– Não é possível! – pensou ele.
Voltou para a festa, indignado, pois como poderia sumir tanta merda?
Ao chegar em casa o rapaz não conseguiu dormir pensando no acontecido.
Inconformado, no outro dia cedo ele foi até a casa onde aconteceu a festa, para procurar a sua “obra”.
Bateu na porta e foi atendido pelo dono:
– Olha ontem eu esqueci meu chaveiro aí pelo seu jardim, será que eu posso dar uma procurada?
E o dono:
– Vai meu, procura faz o que quiser. Já me bagunçaram com a casa toda, sujaram tudo, tem gente até agora dormindo pelo quintal… Até em cima da minha tartaruga cagaram ontem…

Barba errada…

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O sujeito está no motel com a amante, curtindo o pós-coito, quando ela resolve interromper o silêncio:
– Ricardo, por que você não corta essa barba?
– Se dependesse só de mim… – retruca – Você sabe que minha mulher seria capaz de me matar se eu aparecesse sem barba.
– Ora, querido – insiste a amante – Faça isso por mim, por favor…
O sujeito continua dizendo que não dá, até que não resiste às súplicas da amante e resolve atender ao pedido.
Depois do trabalho ele passa no barbeiro, em seguida vai a um jantar de negócios e quando chega em casa a esposa já está dormindo.
Assim que ele se deita, sente a mão da esposa afagando o seu rosto e a sua voz sonolenta:
– Carlão, você ainda está aqui? Vai embora! O meu marido já está pra chegar…