No reino…

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Amit era um alto funcionário na corte do Rei Akbar. Ele, havia muito tempo, nutria um desejo de chupar os voluptuosos seios da rainha até se fartar.
Todas as vezes que tentou, porém, saiu-se mal. Um dia ele revelou seu desejo a Birbal, principal conselheiro do rei, e pediu que ele fizesse algo para ajuda-lo.
Birbal, depois de muito pensar, concordou, sob a condição de Amit lhe pagar mil moedas de ouro.
Amit fez o acordo. No dia seguinte Birbal preparou um líquido que causava comichões e derramou no sutiã da rainha, que o deixara fora enquanto tomava banho. Logo a coceira começou e aumentou de intensidade, deixando o rei preocupado.
Estavam sendo feitas consultas a médicos, quando Birbal disse que apenas uma saliva especial, se aplicada por quatro horas, curaria o mal. Birbal também disse que essa saliva só poderia ser encontrada na boca de Amit.
O Rei Akbar chamou Amit, que pelas quatro horas seguintes, chupou violentamente os seios da rainha. Lambendo, mordendo, apertando e passando a mão ele fez o que sempre desejou.
Satisfeito, ele se encontrou com Birbal. Como a missão deste já fora cumprida e seu libido estava satisfeito, ele se recusou a pagar o conselheiro e ainda o escorraçou. Amit sabia que, naturalmente, Birbal nunca poderia contar o fato ao rei.
Mas Amit havia subestimado Birbal.
No outro dia, por vingança, ele colocou o mesmo líquido na cueca do rei, que imediatamente mandou chamar Amit…

Desculpa perfeita…

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Uma noite, uma senhora de 87 anos chegou em casa após o Bingo e encontrou seu marido de 92 anos na cama com outra mulher.
Ela ficou tão furiosa e violenta que acabou por empurrar o velhinho da varanda do décimo nono andar do apartamento, matando-o instantaneamente.
Foi levada ao Tribunal, acusada de homicídio doloso.
O juiz perguntou a ela se ela tinha alguma coisa a dizer em sua defesa, e ela friamente replicou:
“Sim, senhor juiz, eu imaginei que se aos 92 anos ele ainda podia transar… ele poderia também voar!”

Apesar das evidências…

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O sujeito só tinha um braço e senta-se na cadeira daquela velha barbearia.
– Barba e cabelo! – ordena.
Assim que começa a barba o barbeiro faz-lhe um corte no rosto, depois outro no queixo, outro no pescoço; ao acertar o bigode espeta-lhe o nariz; em seguida, começam as tesouradas: no crânio, na nuca, nas orelhas. No final, o barbeiro pergunta:
– Você era meu freguês há muito tempo atrás, não é mesmo?
– Não, senhor! O braço eu perdi num acidente de automóvel!

Pergunta indiscreta…

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Após o ato sexual, a mulher madura fuma um cigarro e pergunta para seu jovem parceiro:
– Do que você mais gosta em mim: do meu rosto angelical ou o meu magnífico corpo?
– Do seu senso de humor!


PS: Dizem que a mulher está sendo procurada por homicídio até hoje…