O sujeito morre tragicamente e, chegando no céu, Deus começa o interrogatório:
– Do que você morreu, meu filho?
– Ah, senhor… Foi por causa da enchente!
Enquanto o recém-chegado contava como foi sua morte, um outro cidadão do céu interrompeu:
– Enchente o cacete! Deve ter sido uma chuvinha bem mixuruca!
– Não! Foi enchente mesmo – disse o novo hóspede, indignado. – A cidade toda ficou debaixo d’água!
– O quê?! Você não sabe o que é uma chuva de verdade!
– Como não? Perdemos o carro, a casa e até algumas vidas por causa da enchente!
– Deixa de ser frouxo, rapaz. Chuvinha de b-o-s-t-a…
O sujeito estava ficando muito nervoso, até que Deus não se conteve e interviu:
– Pô, Noé, deixa o cara contar a história dele em paz!
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Tudo que pedí a Deus…
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Posso me aproveitar da muié, querida???
Negócios de família…
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O português era dono de uma enorme fábrica de salsichas e tinha um filho de 10 anos. Já que o garoto um dia herdaria os negócios do pai, ele resolveu explicar como funcionava uma das máquinas:
– Presta atenção, filho: essa é uma máquina de fazer salsichas. Vou lhe mostrar como funciona.
Então ele colocou um burro vivo de um lado da máquina e puxou uma alavanca. Eles esperaram por alguns minutos e centenas de salsichas sairam do outro lado.
O garoto olhou, perplexo, pensou e disse:
– Nossa pai… Não entendi nada!
Então ele repetiu a operação e a resposta foi a mesma:
– Nossa pai… Não entendi nada!
E por mais que o português se esforçasse o menino não compreendia, até que, muito confuso, ele perguntou:
– Escuta pai, não existe nenhuma máquina onde se ponha uma salsicha de um lado e saia um burro vivo do outro?
O pai, perdendo a paciência, olhou para o filho e desabafou:
– Tem sim, filho… A sua mãe!
Banheiro com estímulo…
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O galo Severino…
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Era uma vez um fazendeiro que tinha um galinheiro com 180 galinhas e estava procurando um bom galo para produzir ovos.
Um belo dia, o fazendeiro vai até o povoado, entra na galeria e diz para o galeiro:
– Boa tarde! Procuro um bom galo capaz de cobrir todas minhas galinhas.
– O galeiro responde:
– Quantas galinhas tens?
– 180, diz o fazendeiro.
Então o galeiro puxa uma gaiola com um galo enorme, musculoso, com a crista de pé, olhos azuis e uma tatuagem dos Rolling Stones no peito, e diz para o fazendeiro:
– Leva esse aqui, o Pedrão, ele não falha.
O fazendeiro leva o galo e no dia seguinte, pela manhã, solta o galo no galinheiro.
O galo sai correndo, pega a primeira galinha, e pega a segunda, dá a primeira, e quando estava na segunda… cai morto.
O fazendeiro olha e diz:
– Que galeiro fdp, este galo comeu duas galinhas e capotou.
Então, pegou o galo pelo pescoço, levou-o até o galeiro e contou o que aconteceu. O galeiro se desculpou apresentando-lhe outro galo.
Este era preto, de crista amarela, olhos negros e tênis da Nike. E diz para o fazendeiro:
– Esse aqui é o Rodman. Dá uma olhada no trabalho dele depois me conta.
O fazendeiro volta pra fazenda com o galo e repete a manobra: solta o bicho no galinheiro, o galo sai alucinado, come a primeira galinha de pé, pega a segunda e traça-a encostada na cerca, com a terceira ele faz um 69 e quando esta bombando a quarta, cai morto no meio do galinheiro.
O fazendeiro, emputecido, pega o galo e vai falar com o galeiro:
– Escuta aqui, é o segundo galo que tu me vendes e que não presta pra nada. É melhor você me vender um galo decente ou vou tocar fogo em tudo aqui!
Então o galeiro mostra-lhe um galo mirrado, pelado, cabeçudo, sem crista nem penas, com olheiras, corcunda, com tênis Bamba de lona e uma camisa azul clara com os dizeres “Maracanã 1950” e diz ao fazendeiro:
– Olha, é só o que me resta. O nome dele é Severino.
– Que merda vou fazer com este galo?
Chegando a fazenda, solta o Severino no galinheiro. O galo arranca a camisa e sai enlouquecido comendo todas as 180 galinhas. Dá uma respirada e come as 180 de novo. Sai correndo e enraba o pastor alemão, aí o fazendeiro pega ele, dá dois sopapos para acalmá-lo e tranca-o na gaiola.
Que fenômeno é este galo! pensa o fazendeiro.
As galinhas estavam enlouquecidas com o Severino.
– Que o Severino é isto…, que o Severino é aquilo…, é uma loucura total, todas as galinhas estavam querendo mudar-se pra Juazeiro do Norte-CE (terra natal de Severino).
No dia seguinte solta o bicho de novo, o Severino sai levantando poeira.
Dá duas voltas no galinheiro faturando tudo que é buraco com penas que encontra pelo caminho, sai correndo e come o cachorro, o porco e vacas. O fazendeiro corre atrás, pega ele pelo pescoço, dá umas chacoalhadas para acalmá-lo e joga ele na gaiola.
– Que galo sacana, vai me cobrir a fazenda inteira! diz o fazendeiro todo satisfeito.
No dia seguinte, vai buscar o galo e encontra a jaula toda arrebentada.
– O Severino fugiu!
Sai correndo para o galinheiro e encontra todas as galinhas fumando e assobiando, lá fora o porco com o rabo para o sol, as duas vacas deitadas no chão falando no Severino, o cachorro com a bunda assada, e pensa:
– Ele vai comer o gado do vizinho, vão me matar…
Então pega o cavalo e sai procurando o Severino sem descanso, seguindo as pistas deixadas por ele (cabras suspirando, bodes passando hipoglós na bunda, uma tartaruga que perdeu o casco no tranco, um touro provando lingerie, três capivaras mancando, um pônei sentado no gelo, um bambi curado de hemorróidas…) até que, de repente, a distância, vê o Severino caído no chão.
Uma cena aterradora…
E os abutres voando em círculos, se babando de fome!
Quando viu os abutres sobrevoando, o fazendeiro entendeu a situação.
– Nãooooo, Severinoooooo!!! Morreuuu o Severinoooo!!!
– Logo agora que tinha encontrado um galo de verdade…
E, no meio do lamento, cuidadosamente o Severino abre um olho, olha para o fazendeiro, pisca e diz:
– Shhhhhhhhh!!! Fica quieto que eles estão quase descendo…
Nos mínimos detalhes…
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Vôo Arriscado…
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A sala de espera estava lotada de passageiros para o vôo 171, da Gaivota’s Airlines, que já estava meia hora atrasado.
As aeromoças tentavam tranqüilizar os passageiros, dizendo que a equipe de vôo ainda estava a caminho, quando de repente aparece o co-piloto, todo uniformizado, de óculos escuros e de bengala branca, tateando pelo caminho. Uma das aeromoças da companhia o encaminha até o avião enquanto os passageiros não acreditam no que vêem. Ela logo trata de se explicar:
– Sei que pode parecer estranho, mas apesar do Comandante Walter ser cego, ele é o melhor co-piloto da companhia!
Os passageiros ficam apreensivos e, alguns minutos depois, chega um outro funcionário, também uniformizado, de óculos escuros e de bengala branca, amparado por uma prestativa aeromoça, que toma a frente e diz, cheia de convicção:
– Senhores passageiros, apesar do piloto Inácio ser cego, ele é o melhor co-piloto da companhia e, juntamente com o seu irmão, formam a melhor dupla que esta empresa já teve!
Todos os passageiros ficam chocados e surpresos com a cena, mas mesmo assim embarcam no avião.
O comandante avisa que o avião vai levantar vôo e começa a correr pela pista, cada vez mais rápido.
Todos os passageiros se olham, suando e com muito medo da situação.
O avião vai aumentando a velocidade e nada de levantar vôo. A pista está quase acabando o avião nem dá sinal de sair do chão.
Todos começam a ficar cada vez mais apavorados. O desespero toma conta dos mais medrosos, enquanto alguns ainda ficam firmes, confiando na competência cega dos pilotos.
Alguns segundos depois nem esses se seguram e todos começam a gritar histericamente e só se acalmam quando o avião decola, ganhando o céu, subindo suavemente e provando a competência dos pilotos cegos.
Todos ficam aliviados até que o piloto, que ainda não havia desligado o microfone, vira-se para o co-piloto e diz:
– Já pensou se algum dia o pessoal não gritar?
Manobras radicais…
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Horas de sexualidade…
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Uma repórter de um programa feminino de variedades pergunta à D. Irene:
– A senhora pode contar aos nossos telespectadores quais são as atividades de uma típica dona de casa deste bairro?
-Sim… de manhã, levo as crianças ao colégio. Depois, tenho três horas de sexualidade. Depois, meu marido e filhos chegam pro almoço. Ele volta pro trabalho e as crianças vão fazer os deveres. Então, tenho mais algumas horas de sexualidade até a noite, quando jantamos e vamos todos pra cama!
– Minha nossa! Desculpe, mas a senhora pode explicar para nós em que consiste essa sexualidade?
– Ah!… é fazer tudo que é foda: varrer, passar pano no chão, lavar a roupa, arear as panelas, limpar os vidros…
Purtugueis correto…
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