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O bom advogado…
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Um réu estava sendo julgado por assassinato na Inglaterra. Havia fortes evidências sobre a sua culpa, mas o cadáver não aparecera.
Quase no final da sua sustentação oral, o advogado, temeroso de que seu cliente fosse condenado, recorreu a um truque:
– “Senhoras e senhores do júri, eu tenho uma surpresa para todos vocês”, disse o advogado, olhando para o seu relógio. Dentro de um minuto, a pessoa presumivelmente assassinada, neste caso, vai entrar neste tribunal.”
E olhou para a porta.
Os jurados, surpresos, também ansiosos, ficaram olhando para porta.
Um minuto passou. Nada aconteceu. O advogado, então, completou:
– “Realmente, eu falei e todos vocês olharam com expectativa. Portanto, ficou claro que vocês têm dúvida, neste caso, se alguém realmente foi morto, por isso insisto para que vocês considerem o meu cliente inocente”.
Os jurados, visivelmente surpresos, retiraram-se para a decisão final.
Alguns minutos depois, o júri voltou e pronunciou o veredicto: “CULPADO”.
– “Mas como?” perguntou o advogado… “Vocês estavam em dúvida, eu vi todos vocês olharem fixamente para a porta!”
E o juiz esclareceu:
– “Sim, todos nós olhamos para a porta, mas o seu cliente não…”
Moral da história:
Não basta ter um bom advogado, o cliente tem que colaborar!
Hoje não, querido…
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Banco Põe Tudo…
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Duas bichas conversam:
– Ai, Rodriguinho!
Eu estou com planos ma-ra-vi-lho-sos para o futuro!
– Não me diga, santa! Desembucha, que planos são esses?
– Eu vou ser um banqueiro de sucesso! Vou abrir um banco com o meu nome: Banco Bentinho!
– Banco Bentiiiiiinho? – pergunta a bicha, surpresa – Que idéia maluca é essa, amiga?
– Ai, eu só estou pensando no slogan: “Aplique no Bentinho! Deposite no Bentinho! Coloque tudo no Bentinho!”
Ai, ai…
Desespero…
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Jovem alegre…
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Um jovem alistou-se no exército e optou pela tropa de pára-quedistas. Fez o treinamento básico, fez os saltos de treinamento – a partir de plataformas cada vez mais altas e, finalmente, foi fazer seu salto de um avião. No dia seguinte, telefonou para o pai, para dar as notícias.
– E aí, você pulou? – pergunta o pai.
– Bom, deixa eu explicar o que aconteceu. Subimos no avião, e o sargento abriu a porta e pediu voluntários. Aí, uns doze colegas se levantaram e pularam da porta aberta do avião…
– Foi aí que você pulou? – pergunta o pai.
– Bem, ainda não. Aí, o sargento começou a agarrar os demais colegas, um por vez, e a jogá-los pela porta aberta.
– Então, aí você pulou? – pergunta o pai.
– Estou chegando lá. Todo mundo tinha pulado e eu era o último soldado que restava no avião. Eu disse ao sargento que tinha muito medo para pular.
– Aí, ele me disse que se eu não pulasse do avião ele me chutaria pra fora…
– Aí você pulou!
– Ainda não. Ele tentou me empurrar pela porta, mas eu segurei firme nela e não deixei ele me empurrar. Aí, ele chamou o Sargento Instrutor. O Sargento Instrutor é um armário tamanho 4 x 4 e pesa 150 quilos. Ele me perguntou:
– Rapaz, você vai pular, ou não?
E eu respondi que eu não pularia, porque tinha muito medo! Nisso, o Sargento Instrutor abaixou o zíper da calça e… eu vi… o tamanho… Juro que, aí, ele disse:
– Rapaz, ou você pula fora deste avião agora, ou eu vou usar este negocinho em você!
– E aí, filho, você pulou? – perguntou o pai, mais do que aflito.
– Bem, pai, no começo eu pulei um pouquinho…
Sorria…
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Funcionário sincero…
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Um dia o chefe chamou o seu empregado e lhe disse:
– Aposto que você gostaria de me ver morto, só para ter o prazer de pisar e cuspir na minha sepultura!
– Não… de jeito algum. Detesto enfrentar fila…
Fazendo download…
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Consciência pesada…
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Um sujeito está na fila da caixa no supermercado quando repara numa louraça que lhe faz sinais com a mão e lhe lança um sorriso daqueles. Ele deixa por momentos o carrinho das compras na fila, dirige-se à louraça e diz-lhe suavemente:
-“Desculpe, será que não nos conhecemos?”
Ela responde-lhe, sempre com aquele sorriso:
– “Pode ser que eu esteja enganada, mas penso que o senhor é o pai de uma das minhas crianças… .”
O cara põe-se imediatamente a vasculhar na memória e pensa na única vez em que foi infiel à esposa, perguntando de imediato à louraça:
– “Ai, meu Deus, não me diga que você é aquela stripper que eu comi sobre uma mesa de bilhar, diante de todos os meus amigos, numa noite bem bebida, enquanto uma das suas amigas me flagelou o tempo todo com uns nabos molhados e me enfiou um pepino pelo #ú acima?”
– “Bem, não”, – responde ela -, “eu sou a nova professora do seu filho!”