Técnicas de negociação…

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Pai – Filho, eu quero que você se case com uma moça que eu escolhi.
Filho – Mas pai, eu quero escolher a minha mulher.
Pai – Meu filho, ela é filha do Bill Gates.
Filho – Bem neste caso eu aceito.

Então o negociador vai encontrar o Bill Gates.
Pai – Bill, eu tenho o marido para sua filha.
Bill Gates – Mas a minha filha é muito jovem para casar.
Pai – Mas esse jovem é vice-presidente do Banco Mundial.
Bill Gates – Neste caso tudo bem.

Finalmente o negociador vai ao Presidente do Banco Mundial.

Pai – Sr. presidente, eu tenho um jovem que é recomendado para ser vice-presidente do Banco Mundial.
Pres. Banco Mundial – Mas eu já tenho muitos vice-presidentes, inclusive, mais do que o necessário.
Pai – Mas Sr, este jovem é genro do Bill Gates.
Pres. Banco Mundial – Neste caso ele está contratado.

Moral da estória:
Não existe negociação perdida. Tudo depende da estratégia aplicada!

O problema de simplificar demais…

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Um antropólogo vai visitar uma aldeia no meio da floresta amazônica.
– Como você chegou até aqui? – pergunta-lhe uma índia curiosa.
– Eu vim de helicóptero!
– Helicóptero?! O que é isso?
Ele tenta explicar de uma maneira bem simples:
– É um negócio que levanta sozinho…
– Ah! Eu sei… meu marido ter um helicóptero enorme!

O óbvio…

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Em uma escola muito heterogênea, onde estudam alunos de várias classes sociais, durante uma aula de português, a professora pergunta:
– Qual é o significado da palavra “óbvio”?

Rapidamente, Karine, menina rica, uma das mais aplicadas alunas da classe, que estava sempre muito bem vestida, respondeu:
– Prezada professora, hoje acordei bem cedo, ao raiar da alva, depois de uma ótima noite de sono no conforto de meu quarto particular. Desci a enorme escadaria de nossa humilde residência e me dirigi à copa onde era servido o café. Depois de deliciar-me com as mais apetitosas iguarias, fui até a janela que dá vista para o jardim de entrada e admirei aquela bela paisagem por alguns minutos, enquanto pensava como é agradável e belo o viver. Virando-me um pouco, percebi que se encontrava guardado na garagem o automóvel BMW pertencente a meu pai. Pensei com meus botões: “- É ÓBVIO que meu pai foi ao trabalho de Audi.”

Sem querer ficar para trás, Luiz Cláudio Wilson, de uma família de Classe média, acrescentou:
– Professora, hoje eu não dormi muito bem, porque meu colchão é meio duro. Mas eu consegui acordar assim mesmo, porque pus o despertador do lado da cama para tocar cedo. Levantei meio zonzo, comi um pão meio muxibento e tomei café. Quando saí para a escola, vi que o fusca do papai estava na garagem. Imaginei: “- É ÓBVIO que o papai não tinha dinheiro para gasolina, foi trabalhar de busão.”

Embalado na conversa, Wandercleison Maicon Jáqueson, CORINTHIANO e de Classe baixa (é óbvio), também quis responder:
– Fessora, hoje eu quase não durmi, porquê teve tiroteio até tarde na favela. Só acordei de manhã porquê tava morrendo de fome, mas como não tinha nada pra cumê mermo… fiquei olhando pela janela do barraco e vi a minha vó com o jornal debaixo do braço e pensei: “- É ÓBVIO que ela vai cagá. Não sabe lê!”

O peru do padre…

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Um vigário de um pequeno vilarejo tinha um peru como mascote, certo dia ele notou que o peru havia desaparecido, e ele suspeitou de que alguém no vilarejo o havia roubado.
No dia seguinte na missa, o vigário perguntou à congregação:
– Algum de vocês aqui tem um peru?
Todos os homens se levantaram!
– Não, não, – disse o vigário – não foi isso que eu quis dizer…alguém de vocês viu um peru?
Todas as mulheres se levantaram!
– Não, não, repetiu o vigário; o que eu quero dizer e se algum de vocês viu um peru que não lhes pertence.
Metade das mulheres se levantou!
– Não, não, disse o vigário novamente. Talvez me faltou formular bem a pergunta:
– Algum de vocês viu o meu peru?
Todos os coroinhas se levantaram…

Vendedor eficiente…

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O vendedor bate na porta da casa e diz:
– Minha senhora… Eu tenho aqui linhas, agulhas, alfinetes, presilhas, zíperes, grampos, pentes, escovas…
– Muito obrigada! – interrompeu a mulher, querendo se livrar logo do sujeito – Mas eu já tenho tudo isso!
– Eu tenho um produto perfeito para a senhora! – continuou o vendedor – Que tal comprar esse livro de orações pra agradecer a Deus por não lhe faltar nada?

Crônica da semana…

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O PCC

Pra quem mora em São Paulo, estes últimos dias tem sido um inferno: ônibus incendiados, transporte público paralisado, instituições privadas sendo atacadas, gente sendo assassinada, etc…
Tudo culpa do PCC (Primeiro Comando da Capital).
Será?

Em minha humilde (e talvez idiota) opinião, o PCC é apenas a prova de que a nossa legislação criminalista é cheia de falhas. Mais que isso: Os órgãos responsáveis pela execução penal são mais falhos ainda.
Resumindo: Se, por um azar danado, um sujeito que tenha um razoável poder aquisitivo é condenado, ele pode comprar uma excelente estadia no presídio, seja ele qual for.
Isto dá direito a telefonemas, banhos de sol prolongados (sabe a quanto tempo eu não tomo banho de sol?), comida diferenciada, TV´s tela plana e uma série de outros opcionais.

Acho que, para esses, o único direito que é cerceado é o de trabalhar fora.

Ora, se as falhas da legislação permitem essas coisas, então já temos os culpados pelos atentados dos últimos dias: Os políticos!

Sim, eles criaram o PCC, PT, PDT, PCC, PSDB, PMDB, PPS e um monte de outros P´s por aí.

Como sou um eterno otimista, sempre vejo um lado bom nas coisas. Desta vez, posso afirmar sem sobra de dúvida que, pelo menos nessas eleições o PCC não terá nem um segundo de propaganda eleitoral gratuita. E digo mais: diferente da turma que compõem os outros P´s, eles não recebem um gordo salário no final do mês para fingir que representam o povo.

Outra coisa: Suponhamos que eu não goste do meu vizinho. Aproveito este momento para acertar as contas com ele e ainda tenho alguém pra culpar. O PCC, claro.

Então, prezados amigos, da próxima vez que ouvirem falar do PCC, procurem verificar se estão colocando a culpa no P certo.

Pense nisso…

Alexandre Domingues.