O Pai de Santo…

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Um fazendeiro, ao ver seu gado morrer de uma doença misteriosa, resolveu chamar o Pai de Santo para fazer um “trabalho” e tentar salvar seu rebanho.
O Pai de Santo, muito safado, disse que para resolver o problema precisaria ficar a sós com a mulher do fazendeiro (que era muito bonita).
Eles entraram no quarto e o Pai de Santo pediu para a mulher tirar a roupa. O fazendeiro, que ficou olhando pelo buraco da fechadura quase ficou louco, mas, como era muito ganancioso, ficou calado.
O Pai de Santo disse:
– Mão na canela para salvar as “vaca amarela”. E colocou a mão na canela da mulher.
– Mão na coxa para salvar as “vaca mocha”. E colocou a mão na coxa da mulher.
– Mão na virilha pra salvar as “novilha”.
O fazendeiro vendo aquilo gritou:
– As “vaca preta” e os “boi zebu” você pode deixar morrer tudo.

Conselho profissional…

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Um funcionário de uma agência funerária está trabalhando a noite, para examinar corpos antes de eles serem sepultados ou cremados. Examina um corpo, identificado como José Chagas, que está para ser cremado, e descobre que o defunto tem o maior “acessório” que ele já viu na vida.
– Desculpe, Sr Chagas – pensa o funcionário- Mas não posso manda-lo para o crematório com essa coisa enorme. Ela tem que ser conservada para a posteridade.
Com um bísturi, remove o pênis do morto, guarda-o num frasco com formol e vai para casa.
A primeira pessoa a quem ele mostra a monstruosidade é sua mulher.
– Tenho algo inacreditável para te mostrar, querida. Nem vais acreditar!
Abre o frasco e, ao ver o conteúdo, a mulher grita, estarrecida:
– Oh meu Deus , o Chagas morreu?!?

Moral da estória:
JAMAIS LEVE TRABALHO PARA CASA…

Roubado deste blog aqui

Aos visitantes…

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Devido a problemas pessoais, o Loucuras e Devaneios ficou algum tempo sem atualização.
Agradeço aos visitantes que continuaram aparecendo por aqui e também aos muitos comentários recebidos neste período: nenhum…rsrsrs

A partir da semana que vem, estaremos de volta com a programação
(a)normal do muquifo.

Tenha um excelente final de semana.


Beijos para as meninas e abraços para os marmanjos.

Lembrança de viagem…

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O namorado está em Nova Iorque e resolve mandar uma lembrança para a namorada.
Entra em uma loja e escolhe um finíssimo par de luvas. Pede para a balconista embrulhar enquanto vai ao caixa. Descuidadamente, a balconista entrega-lhe outro embrulho, com uma calcinha de nylon.
Sem saber do engano, o namorado envia o presente com um bilhete:
– Querida: para mostrar que, mesmo estando longe, não me esqueço de você, envio-lhe esta surpresa; mesmo sabendo que você não usa, pois sempre que saímos juntos, nunca vi. Gostaria de estar aí para ajudá-la a vestir. Fiquei em dúvida quanto à cor, mas a balconista disse que esta não descora nem mancha. Ela experimentou para eu ver e ficou muito bem, apenas um pouco larga na frente, mas ela disse que é para os dedos mexerem mais à vontade e a mão entrar mais facilmente. Depois de usá-la, vire pelo avesso e ponha talco para evitar o mau cheiro. Espero que fique satisfeita tanto quanto eu, pois ela vai cobrir aquilo que em breve lhe pedirei.

Tolerância zero…

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Em prova oral do curso de medicina, o professor pergunta:
– Quantos rins nós temos?
– Quatro! – responde o aluno.
– Quatro? – replica o professor, arrogante, daqueles que sentem prazer em tripudiar sobre o erro dos alunos. – Traga um feixe de capim! – ordena a um auxiliar.
– E para mim um cafezinho. – retruca o aluno.
Exasperou-se o professor, expulsando-o da sala.
O aluno era, entretanto, o famoso humorista brasileiro Aparício Torelly (1895-1971), mais conhecido como o “Barão de Itararé”, título que se auto-concedeu para debochar da famosa batalha que não houve, na Revolução de 1930.
Ao sair da sala, teve ainda a suprema audácia de corrigir o furioso mestre:
– O senhor me perguntou quantos rins “nós” temos. “Nós” temos quatro: Dois meus e dois seus; tenha um bom apetite!