O substituto…

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O mineiro observando o engenheiro com o teodolito.
– Dotor, pra que serve esse treco aí?
– É que vamos passar uma estrada por aqui. Estou fazendo as medições.
– E precisa desse negócio pra fazê a estrada?
– Sim, precisa. por que, vocês não usam isso pra fazer estradas não?
– Ah não home. Aqui quando a gente qué fazê uma estrada, a gente sorta um burro e vai seguindo ele. Por onde o bicho passá, é o mió caminho pra se fazê a estrada…
– Ahh, que interessante, respondeu o engenheiro. E se vocês não tiverem o burro?
– Bão, daí a gente chama us engenhero…

Transformação total…

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Um cara está sentado no bar, quando uma mulher exuberante senta ao seu lado.Mal se senta, ela diz:
– Oi, Pedro!
– Eu conheço você? – pergunta o homem, espantado.
– Claro! Sou eu. O Zé. Seu melhor amigo!
– O quê? Zé?!? Mas, É você, mesmo! Incrível! O que aconteceu?
– Eu fui à Suécia, fazer uma operação de mudança de sexo… – respondeu a bonitona.
– Puxa, ficou uma beleza! Você se transformou realmente numa mulher… Mas, me diz uma coisa… Dói muito quando eles cortam o seu “negócio” fora?
– Olha rapaz, doer, dói… Mas para mim, que escolhi me transformar numa loira, não foi a pior hora.
– E qual foi a pior?
– Ah, sem dúvida é na hora em que eles enfiam aquele tubo de metal na sua cabeça e sugam metade do seu cérebro para fora!

Confronto final…

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Depois de dois anos de separação, John e Mary se encontram na festa de um amigo.
Provocativo, John se aproxima da ex-esposa e comenta:
– Sabe Mary! Depois de tudo o que me fez, saiba que eu ainda gosto muito de você. Gosto tanto que, quando você morrer, vou ficar muito triste e mandar fazer uma lápide para colocar em seu tumulo: “Aqui jaz Mary, fria como sempre”.
– Sabe John! Depois de tudo o que me fez, saiba que eu também gosto muito de você. Gosto tanto que, quando você morrer, vou ficar muito triste e mandar fazer uma lápide para colocar em seu tumulo: “Aqui jaz John, enfim duro!”.

Pra quem tem medo…

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Tarde da noite, Geraldo cortou caminho por dentro de um cemitério.
Escutou umas batidas.

Seu coração acelerou um pouco, mas ele continuou seu caminho.
Quando as batidas se tornaram mais fortes, Geraldo foi ficando mais assustado.
De repente, encontrou um homem talhando uma lápide.
Aliviado, disse:
– Ufa!… Graças a Deus! Você me pregou um susto e tanto! O que está fazendo a esta hora por aqui?
– É que escreveram meu nome errado.

Curso de management…

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Um índio entra de manhãzinha no saloon, com uma escopeta numa mão e um balde de bosta de bisão na outra.
– Cavalo galopante querer café.
O garçon lhe serve uma xícara que ele esvazia num gole só. Ele então joga o balde para cima, dá um tiro certeiro e em seguida vai embora.
Na manhã seguinte ele retorna ao saloon e pede outro café.
O dono do bar corre esbaforido pro balcão e diz:
– De jeito nenhum! A gente ainda nem conseguiu terminar de limpar a sua estripolia de ontem e você ainda tem a audácia de voltar aqui, sem nem ao menos uma explicação?
– Índio explicar. Fazer curso management. Querer virar executivo. Ontem trabalho prático. Chefe chegar de manhã, tomar café, espalhar merda e desaparecer resto do dia.