Final de semana…

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Chegou mais um fim de semana…
Nesses últimos dias eu nem conseguii dar a atenção que você, visitante do Loucuras e Devaneios merece…
Mas, garanto que não foi de propósito.
O que importa é que hoje é sexta e eu já tenho um monte de coisas pra fazer.
Só pra começar, hoje vou assistir um filme de sacanagem que me indicaram. O resto fica por conta da sua imaginação…
Estou colocando a capa do filme aí embaixo pra você alugar também:

Espero que o seu final de semana seja excelente!

Onde mesmo?

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Cráudio estava sentindo fortes dores nas costas mas, como era caipira da gema, não queria ir ao médico de jeito nenhum. Até que, depois de sua mulher Gislaine insistir muito, ele concordou em ir. Mas ela fez questão de ir junto.

Enquanto ele era examinado, sua esposa esperava do lado de fora.

E o médico disse:
– Não é nada grave, só uma inflamação… Você coloca esse supositório e fica tudo bem!
– Brigado, dotô… – disse o caipira, saindo da sala.

Do lado de fora, Gislaine foi logo perguntando:
– I aí, Cráudio? Como foi, homi?
– Eu só perciso usá esse negóço aqui… Chama “suipostório”!
– Mais comé qui si usa isso, homi?
– Uai… — disse ele, colocando a mão na cabeça — Sei lá eu, sô!
– Intão vorta lá, uai! Ocê tá pagano, ele tem qui ti ixpricá!
– Ai… O homi vai ficá brabo!
– Vai lá i num recrama, Cráudio!

E lá se foi o Cráudio:
– Dotô! Onde foi qui o sinhô mandô colocá o suipostório memo?
– No reto. Supositórios são para colocar no reto.
– Brigado, dotô… — disse ele, saindo da sala.
– I aí, Cráudio — perguntou Gislaine.
– Eu perciso colocá isso aqui no reto! — disse ele.
– Mais onde é qui fica esse negóço, Cráudio!
– Uai… Eu sei lá!
– Mais ocê tá pagano! Ele tem que ixpricá tudo! Trata di vortá e perguntá!
– Mas o homi vai ficá brabo, Gislaine…
– Vai logo, Cráudio!

E lá estava o caipira de novo na sala do médico.
– Ondi é memo qui tem qui colocá o troço, dotô?
– No reto — explicou o médico, calmamente — No final da coluna cervical…
– Brigado, dotô! — e saiu da sala.
– Pronto, Gislaine — explicou ele pra sua esposa — É só eu colocá no reto, qui fica no finár da coluna cervicár!
– Ai, Cráudio! Mais o que é essa tár de cervicár?
– Ih, isso eu já num sei…
– INTÃO VORTA LÁ, HOMI!

E lá se foi ele mais uma vez.
– Dotô… Disculpa… Mais onde foi memo que o sinhô falô pra infiá o negocinho?
– No c*, Cráudio! No c*! Enfia no c*!

Cráudio saiu da sala do mádico e comentou com a esposa:
– Viu, Gislaine… Eu num falei que o homi ia ficá bravo?

Diga sempre a verdade…

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Um sujeito se dirigiu à atendente da casa lotérica:
– Olha, não tenho a menor idéia sobre quais números escolher para comprar um bilhete da Loteria Federal. Você poderia me ajudar?
– Claro, respondeu ela, vamos lá. Durante quantos anos você freqüentou a escola?
– 8.
– Perfeito, temos um 8.
Quantos filhos você tem?
– 3.
– Ótimo, já temos um 8 e um 3. – Quantos livros você já leu até hoje?
– 9.
– Certo, temos um 8, um 3 e um 9. Quantas vezes por mês você faz amor com sua mulher?
– Caramba, isso é uma coisa muito pessoal – diz ele.
– Mas você não quer ganhar na loteria?
– Está bem, 2 vezes.
– Só??? Bom, deixa pra lá. Agora que já temos confiança um com o outro, me diga quantas vezes você já deu a bunda?
– Qual é a sua? – diz o homem – Sou espada!
– Não fique chateado. Vamos considerar então zero vezes. Com isso já temos todos os números: 83920.
O sujeito comprou o bilhete que correspondia ao número escolhido.
No dia seguinte foi conferir o resultado. O bilhete premiado foi o de nº 83921.
Cheio de raiva, comentou:
– PQP!!! Por causa de uma MENTIRINHA BESTA eu não fiquei milionário!

O advogado e o pato…

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Um rico advogado paulista, famoso na capital, gostava de caçar nas férias.
Estava fazendo tiro ao pato numa região de lagoas, em Patos de Minas.
Um dos patos que ele alvejou caiu do outro lado de uma cerca de arame farpado. Sem ver vivalma por perto, pulou a cerca e, quando avançava pela propriedade apareceu um velho dirigindo um tratorzinho, em sua direção.
– Moço, isso aqui é terra particular. Cê pode i vortano.
– Mas é que eu atirei naquele pato, ele caiu aqui; só vim pegá-lo.
– Óia moço, num carece di ispricá nada. Pode vortá, cê tá invadino minhas terra…
– Olha, meu senhor, sou um influente advogado. Posso meter-lhe uns 15 processos, questionar o seu direito de propriedade, avocar o foro para São Paulo e o senhor vai à falência só de tanto que vai ter que viajar para lá. Vou acabar por lhe tomar esta fazenda. O senhor não me conhece. Não sabe do que sou capaz.
O velho assume um ar entre preocupado e amedrontado e argumenta:
– Peraí, sô. Pur quê que a gente não arresorve a questã usano a véia regrinha minera pra arresorvê pendenga?
– Como é isso?
– É assim: eu dou treis chute nocê. Dispois ocê dá treis chute ni mim. Quem guentá mais caladim, quem gritá menos, ganha a pendenga.
O jovem advogado avalia aquele velhote franzino e, por curiosidade e pelo vício de ganhar disputas, resolve topar.
– Eu, qui sô mais véio, chuto premero.
O advogado concorda. O velho salta do trator e só aí o advogado vê as botinas duras de pneu que ele estava usando. Mas raciocina:
“Mesmo com essas botas, é um coroa franzino; eu agüento e depois acabo com ele no primeiro pontapé”.
O primeiro chute do velho é bem no saco do advogado, que se curva e se ajoelha gemendo. O segundo pega bem no nariz e o rábula se estatela no pasto lacrimejando e mordendo os lábios para não urrar de dor. O terceiro pegou nos rins e o advogado, mesmo se quisesse, não conseguiria gritar. Sequer consegue respirar, tamanha a dor. Passam alguns segundos de agonia, no entanto, e ele começa a se recuperar. Põe-se de pé e ameaça:
– Agora pode ir rezando, vovô, que eu sou faixa marrom de karatê e vou desmontar o senhor só com um chute na testa.
– Num carece não. Eu disisto da pendenga. Reconheço que pirdi. Pode pegá seu pato.

O que fazer para seu salário render…

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De fato, você não está ganhando pouco. Você está gastando muito!

1 – Acorde tarde (para não precisar tomar café da manhã);
2 – Durma cedo (para não precisar jantar);
3 – Na hora do almoço, escolha um parente para visitar;
4 – Quando os parentes acabarem comece com os amigos;
5 – Se seus parentes e amigos tiverem a mesma idéia e começarem a querer filar a bóia na sua casa, finja uma doença contagiosa ou cerque a sua casa com a fita da polícia, pra ninguém se aproximar;
6 – Comece a fumar cigarros apagados! Um cigarro pode durar meses com essa técnica!
7 – Na hora de pegar um ônibus, pergunte se ele vai para a Seropédica, antes de passar na roleta. Vá pegando vários ônibus assim até você chegar aonde quiser;
8 – Lave e reutilize seus palitos de dentes;
9 – Se alguém na sua casa ficar doente, use o poder da mente;
10 – Junte raspas de sabonete pra fazer um novo depois;
11 – Saia com os amigos e diga que esqueceu a carteira em casa ou que não tem trocado;
12 – Quando seus amigos começarem a desconfiar de que você não paga nunca, deixe umas notas amassadas sobre a mesa e saia apressado, dizendo que esqueceu que tem que ajudar a avó a tomar o remédio. Obs.: As notas amassadas devem estar fora de circulação;
13 – Economize jornal. Leia o mesmo jornal o mês inteiro;
14 – Veja a TV do vizinho e economize luz;
15 – Cante sua música favorita e economize o rádio;
16 – Se você tem filhos do mesmo tamanho, compre um só par de sapatos e mande-os para o colégio com um dos pés enfaixados;
17 – Cerveja custa muito caro. Passe a encher a cara com Ki-suco;
18 – Refrigerante só de marcas populares: Simba, Tubarina, Mineirinho, Jaó, Convenção…
19 – Passe a fazer meditação todos os dias. Enquanto esta parado, não está gastando nada;
20 – Se sua família começar a reclamar, dizendo que esta com fome, diga que isso é coisa da cabeça deles e mostre-lhes (pela TV do vizinho) o Presidente falando que está tudo bem, que nada está subindo e que viveremos felizes para sempre.