Virgindade nos dias de hoje…

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Primeira noite de um casal recém-casado.
Quando vão à cama, a moça disse ao rapaz:
– Sabe, amor, eu não havia dito a você mas eu não sei fazer nada de nada!
– Não se preocupe, minha linda, você tira a roupa e deita sobre a cama, relaxa, dá uma afastada nas pernas e deixa que eu faço o resto!
E ela, muito meigamente responde:
– Não. Trepar eu sei muito bem! O que eu não sei é lavar, passar, cozinhar…

Um bom advogado…

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Tinha na cidade um cara cujo apelido era Cabeçudo. Nascera com uma cabeça grande, dessas cuja boina dá pra botar dentro, fácil, uma dúzia de laranjas.
Mas, fora disso, era um cara pacato, bonachão e paciente.
Não gostava, é claro, de ser chamado de Cabeçudo, mas desde os tempos do grupo escolar, tinha um chato que não perdoava.
Onde quer que o encontrasse, lhe dava uma palmada na cabeça e perguntava:
“Tudo bom, Cabeçudo”?
O Cabeçudo, já com seus quarenta e poucos anos, e o cara sempre zombando dele.
Um dia, depois do entésimo tapinha na sua cabeça, o Cabeçudo meteu uma faca no engraçado e matou ele na hora.
A família da vítima era rica, a do Cabeçudo, pobre.
Não houve jeito de encontrar um advogado para defendê-lo, pois o crime tinha muitas testemunhas.
Depois de apelarem para advogados de Minas e do Rio, sem sucesso algum, resolveram procurar o Zé Caneado, um advogado que há muito tempo deixara a profissão, pois, como o próprio apelido indicava, vivia de porre.
Pois não é que o Zé Caneado aceitou o caso?

E passou a semana anterior ao julgamento sem botar uma gota de cachaça na boca!
Na hora de defender o Cabeçudo, ele começou a sua peroração assim:
– Meritíssimo juiz, honrado promotor, dignos membros do júri.
Quando todo mundo pensou que ele ia continuar a defesa, ele repetiu:
– Meritíssimo juiz, honrado promotor, dignos membros do júri.
Repetiu a frase mais uma vez e foi advertido pelo juiz:
– Peço ao advogado que, por favor, inicie a defesa.
Zé Caneado, porém, fingiu que não ouviu e:
– Meritíssimo juiz, honrado promotor, dignos membros do júri.
E o promotor:
– A defesa está tentando ridicularizar esta corte!
O juiz:
– Advirto ao advogado de defesa que se não apresentar imediatamente os seus argumentos…
Foi cortado por Zé Caneado, que repetiu:
– Meritíssimo juiz, honrado promotor, dignos membros do júri.
O juiz não agüentou:
– Seu moleque safado, seu bêbado irresponsável, está pensando que a Justiça é motivo de zombaria? Ponha-se daqui para fora antes que eu mande prendê-lo.
Foi então que Zé Caneado disse:
– Se por repetir apenas algumas vezes que o juiz é meritíssimo, que o promotor é honrado e que os membros do júri são dignos, os senhores me ameaçam de prisão, pensem na situação deste pobre homem, que durante quarenta anos, todos os dias da sua vida, foi chamado de Cabeçudo?
Cabeçudo foi absolvido e o Zé voltou a tomar suas cachaças em paz.

A formiga e o elefante…

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Existia na floresta uma formiguinha que era muito safada. Já tinha dado pra todo mundo da floresta, menos para o elefante. Mas todo dia que o elefante passava pelo caminho de sua casa ela soltava uma cantada. O elefante sempre ignorava até que um dia não resistiu.
Toda a bicharada da floresta compareceu ao encontro pois seria o acontecimento do ano. E começou a transa! A formiguinha gritava, gemia, esperneava já não aguentando mais:
– AHHHHH ! UHHHHHH ! AHHHHH ! UHHHHHH !
O elefante já esperando isto, continuou executando sua tarefa até o momento em que ouviu:
– AAAAASSSSS BOLAAAASSSS!
– O QUEEEEE???
– AAAASSSSS BOLAAAASSSS!
– UAI! A danada não está aguentando nem o começo e já está pedindo para eu colocar as bolas!?
– AAAASSSSS BOLAAAASSSS DOS MEUS OLHOS TÃO SAINDO PRA FORAAAA!!!

Enganos…

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Um técnico de televisão chega num apartamento para atender uma chamada de emergência.
Uma morena de olhos verdes, 1.70 de altura e um corpo perfeito abre a porta, enrolada numa toalha.
O cara não consegue desgrudar os olhos dela, que fica ali parada, de toalha mesmo, esperando ele terminar.
Depois de meia hora ele termina o serviço. A mulher agradece e se abaixa para preencher o cheque, deixando aparecer seus enormes seios. O cara está quase se descontrolando e agarrando a morena e ela diz:
– Olha, eu não sei como pedir isso pra você… É uma coisa um pouco fora do comum… E, eu gostaria que isso ficasse só entre nós dois…
– Claro, madame! – concordou o cara, excitadíssimo – Pode falar!
– É que o meu marido – continua a gostosona – é uma pessoa muito boa, mas é tão fraquinho, coitadinho… Enquanto você é um homem forte, másculo… Então, quando eu vi você entrando, pensei…
– Fala, dona, fala! – disse o técnico, em ponto de bala.
– Você faria uma coisa por mim?
– Claro, dona! É só falar que eu faço!
Então ela levou o moço até o quarto dela e disse:
– Arrasta o armário pra mim?