Um chefão da Máfia descobriu que o seu contador havia desviado dez milhões de dólares do caixa.
O contador era surdo. Por isto foi admitido, pois nada poderia ouvir e conseqüentemente não poderia depor como testemunha de nada.
Quando o chefão foi dar um arrocho nele sobre os US$ 10.000.000, levou junto, claro, a sua advogada, que sabia a linguagem de sinais dos surdos.
O chefão perguntou ao contador: “Onde estão os U$10 milhões que você levou?”
A advogada, usando a linguagem dos sinais perguntou ao contador onde estavam escondidos os 10 milhões, que logo respondeu (em sinais): “Eu não sei do que vocês estão falando”.
A advogada traduziu para o chefão: “Ele disse não saber do que se trata”.
O mafioso sacou uma pistola 45 e encostou-a na testa do contador, gritando: “Pergunte a ele de novo…”
A advogada sinalizando para o infeliz: “Ele vai te matar se você não contar onde está o dinheiro”.
O contador sinalizou em resposta: “OK, vocês venceram, o dinheiro está numa valise marrom de couro, que está enterrada no quintal da casa de meu primo Enzo, no bairro Queens!”.
O mafioso perguntou para advogada: “O que ele disse?”
A advogada respondeu: “Ele disse que você não é macho o bastante para puxar o gatilho”.
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Mais uma de loira…
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Casal 20…
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Fato real…
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Acredite ou não… foi verdade!!!!!
Um avião da Transbrasil veio do Nordeste para o Rio. Os funcionários do setor de desembarque de cargas, perceberam que um cachorrinho chegou morto.
Desesperados, atrasaram o desembarque da bagagem dando uma desculpa qualquer, como é de costume.
Eles concluíram que o comandante se esqueceu de aquecer o porão de cargas, daí a morte do cachorro. Procuraram um canil próximo e acharam um cachorro idêntico. Liberaram as bagagens, e entregaram o cachorro para a dona.
A madame disse que aquele não era seu cachorro. Os funcionários insistiam o contrário. Por fim, um funcionário disse que se ela não estivesse reconhecendo o cachorrinho, era por causa da pressurização que afeta as pessoas.
A dona respondeu:
– Ó Xente!!! Esta pressurização deve ser boa mesmo, pois meu cão embarcou morto no Nordeste para ser enterrado aqui no Rio.
A manchete…
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Dois menininhos estavam saindo do Pacaembu em que o Corinthians perdeu para o São Paulo por 5×1, quando um deles foi atacado por um cachorro feroz.
O outro menino imediatamente pegou um pedaço de pau e bateu com toda a força que podia na cabeça do cachorro.
O cão caiu morto e o amiguinho ficou apenas com alguns arranhões.
Ao ver a cena, um repórter que passava no local, correu para ser o primeiro a cobrir a história fantástica e escreveu em seu caderninho:
“Jovem são-paulino salva amigo de animal feroz.”
Nisso o menino diz:
– Mas eu não sou são-paulino!
– Desculpe-me, apenas presumi que fosse, já que estamos na saída do Morumbi e você está com a cara tão feliz.
E o repórter então corrigiu:
“Bravo pequeno palmeirense evita tragédia com amigo.”
– Mas eu também não sou palmeirense – disse o menino novamente.
– Desculpe de novo, só presumi que, estamos em São Paulo e você não é são-paulino, então deveria ser palmeirense.
Pra que time você torce?
– Sou corinthiano – responde o garoto.
E o repórter anotou no caderninho:
“Delinquente corinthiano assassina brutalmente adorável animal doméstico.”
Loiras…
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Uma loira está no carro com o namorado num namoro desenfreado.
Beijo pra lá, beijo pra cá e às tantas…
– Não quer ir para o banco de trás? (diz ele em visível tesão)
– Para o banco de trás? Não.
Bom, o namoro lá continua, mais beijo, mais aperto, mais amasso e…
– Não quer mesmo ir para o banco de trás? (diz ele ainda com mais vontade)
– Não, não quero.
O pobre rapaz já meio desnorteado, continua lá no beija-beija, esfrega-esfrega até que…
– Tem certeza de que não quer ir para o banco de trás? (já desesperado).
– Mas que coisa ! Já te disse que não! Claro que não!
– (desesperadíssimo) Mas por quê?
– Porque prefiro ficar aqui, perto de você.
Vida de pinto…
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O motel…
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(Luiz Fernando Veríssimo)
Paula não se agüentou e contou para a Érika:
– Viram teu marido entrando num motel.
Érika abriu a boca e arregalou os olhos. Ficou assim, uma estátua de espanto, durante um minuto, um minuto e meio. Depois pediu detalhes.
-Quando? Onde? Com quem?
– Ontem. No Discretíssimu´s.
– Com quem? Com quem?
– Isso eu não sei.
– Mas como? Era alta? Magra? Loira? Puxava de uma perna?
– Não sei, Érika.
– Miguel me paga. Ah, me paga.
Quando Miguel chegou em casa Érika anunciou que iria deixá-lo e contou por quê.
– Mas que história é essa, Érika? Você sabe quem era a mulher que estava comigo no motel. Era você!
– Pois é. Maldita hora em que eu aceitei ir.
– Discretíssimu´s! Toda a cidade ficou sabendo. Ainda bem que não me identificaram.
– Pois então?
– Pois então que eu tenho que deixar você. Não vê? É o que todas as minhas amigas esperam que eu faça. Não sou mulher de ser enganada pelo marido e não reagir.
– Mas você não foi enganada. Quem estava comigo era você!
– Mas elas não sabem disso!
– Eu não acredito, Érika! Você vai desmanchar nosso casamento por isso? Por uma convenção?
– Vou!
Mais tarde, quando Érika estava saindo de casa, com as malas, Miguel a interceptou. Estava sombrio:
– Acabo de receber um telefonema – disse. – Era o Faustinho.
– O que ele queria?
– Fez mil rodeios, mas acabou me contando. Disse que, como meu amigo, tinha que contar.
– O quê?
– Você foi vista saindo do motel Discretíssimu´s ontem, com um homem.
– O homem era você!
– Eu sei, mas eu não fui identificado.
– Você não disse que era você?
– O que? Para que os meus amigos pensem que eu vou a motel com a minha própria mulher?
– E então?
– Desculpe, Érika, mas…
– O quê???
– Vou ter que te dar uma surra…
Não deu certo…
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Pior trabalho…
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