O agente secreto português…

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Na época em que o Brasil ainda era um colônia de Portugal, um agente do Serviço Secreto Português foi enviado para cá com o objetivo de obter informações sobre as atividades dos grupos que lutavam pela independência dessa colônia. Ele deveria ir até uma determinada cidade e lá procurar o agente local de nome Manoel. O reconhecimento se daria através de uma senha. Assim que chegou à cidade, ele tomou um táxi e, enquanto ia para o hotel, conversava com o motorista.

– Estou a procura um homem de nome Manoel. Será que o senhor o conhece?

– Aqui tem muita gente com esse nome – disse o motorista. – O dono da padaria chama-se Manoel, o dono da farmácia também chama-se Manoel. Conheço três mulheres que são viúvas de homens que se chamavam Manoel. Esse é o nome mais comum aqui na cidade. Eu mesmo me chamo Manoel.

O agente pensou um pouco e achou que devia fazer um teste com o motorista. Quem sabe não seria ele o elemento de contato? E foi dizendo, de uma maneira bem casual, a frase-senha:

– O dia está calmo e as pessoas estão felizes. Há poucos carros nas ruas.

Ouvindo isto, o motorista falou:

– Ah! O senhor está a procurar o Manoel, o agente secreto. Ele mora ali ao lado da igreja. Vamos até lá.

Felicidade…

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Hoje não é sexta, mas é melhor do que isso!

É véspera de feriado prolongado…

Vou ter muiiiiiito mais tempo pra beber!

É claro que isso tem um preço:

Depois eu divido a conta com vocês, fazendo a rifa das garrafas vazias…huahuahua

Beijos pra meninas e chutes abraços pros marmanjos!

Tudo nessa vida tem um lado bom…

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A mulher chega no bar com o marido e senta de frente para um sujeito que balança a cabeça para o lado, como se estivesse fazendo sinal para ela.

Ela disfarça, olha para um lado, olha para o outro, volta a olhar o sujeito, e ele continua.

Até que a mulher se irrita e conta para o marido.

Ele com ar de machão vai até o cara e pergunta:

– Você está fazendo sinal para minha esposa?

O cara responde:

– Eu não! É que eu tenho um cacoete e fico sempre balançando a cabeça!

O marido volta a perguntar:

– Você nunca apanhou por causa disto?

E o sujeito, com a maior cara de sacana, responde:

– Apanhar já apanhei, mas em compensação o que eu já ganhei de mulher…