O amuleto…

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Um próspero empresário japonês fazia viagens frequentes ao Brasil. Sempre que vinha era assediado por muitas mulheres. Vivia cercado por lindos exemplares do sexo feminino.
Entrevistando-o, um repórter perguntou:
-Qual é o segredo de seu sucesso com as mulheres? Como consegue estar sempre tão bem acompanhado?
E o japonês:
– Simples, né? Eu tenho um amuleto da sorte.
-Como assim? – insiste o repórter.
-Eu tenho um KARUTON.
-KARUTON!? Nunca ouvi falar. É um amuleto japonês?
-Non, Non! É um amuleto internacional. Eu tenho um KARUTON DE CURÉDITO!

O poliglota…

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Dois intelectuais conversando:
– Eu domino muitas línguas! – comenta o primeiro – Inglês, Francês, Espanhol, Alemão, Japonês… Mas conheço uma que nunca vou conseguir dominar…
– É mesmo? – pergunta o amigo – Qual é?
– A língua da minha mulher!

Errando o alvo…

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É um casal que está desesperadamente tentando ter um filho. Já consultaram todos os médicos, fizeram todos os exames, tentaram todos os métodos… Em vão.
Até o dia em que ouvem falar de um super professor americano que consegue milagres. Eles compram passagens para os Estados Unidos e vão consultar o tal professor.
Como eles não falam inglês e nem o professor português, este dá a entender por gestos que ele quer que façam amor para que ele possa diagnosticar. Inicialmente envergonhado, o casal começa a “trabalhar”.
O professor os examina sob todos os ângulos, e depois de um tempo manda-os parar. Ele vai até a mesa e escreve uma receita. Feliz, o casal volta para casa. Assim que chega, o marido vai à farmácia e pergunta:
– O senhor tem Triteoterol?
O farmacêutico responde:
– Triteoterol?… Triteoterol?… Não conheço. O senhor tem a receita?
O sujeito dá a receita ao farmacêutico que lê e responde:
– O senhor leu errado. Está escrito “Try the Other Hole”!

PS: Se alguém não souber, a tradução é “Tente o outro buraco”.

O negociador…

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Uma dona de casa ouve, de repente, baterem à porta. Quando a abre, depara-se com um desconhecido que lhe pergunta se tem vagina.
Incrédula com a pergunta bate com a porta na cara do atrevido.
Por três vezes a situação se repete, decidindo por isso contar ao marido o sucedido.
Este a instruiu:
– Amanhã, não vou trabalhar, se ele vier e perguntar se você tem vagina, responda que sim e eu estarei atrás da porta para o que der e vier.
No dia seguinte, o desconhecido voltou a aparecer e, quando ela abriu a porta, voltou a perguntar se ela tinha vagina.
Como combinara com o marido, respondeu que sim.
Ao que o desconhecido retorquiu:
– Diga, então, ao seu marido para deixar de usar a da minha mulher.