Espertinho…

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Um homem entra na loja e pede à bela vendedora um par de luvas.
– É um presente pra minha mulher, mas não sei qual o número, qual o tamanho.
– Não tem problema – diz a vendedora. – O senhor pode comparar o tamanho das mãos dela com o tamanho das minhas, não?
– Claro. As mãos dela são um pouquinho maiores que as suas.
A vendedora calça uma das luvas e diz:
– Veja estas aqui: são um pouco maiores do que as que eu uso. Com certeza vão caber nas mãos de sua mulher.
– Ótimo. Eu vou levá-las.
– O senhor quer mais alguma coisa?
– Quero sim. Também vou levar uma calcinha e um soutien. Mas não me lembro do número…

Romantismo…

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Aderbal acorda às 4 da manhã e sacode levemente sua mulher Bete, chamando-a:
– Bem, benzinho – diz com voz sensual.
Bete abre só um olho:
– O que você quer?
– Quero fazer amor, diz Aderbal, com paixão.
– E precisa me acordar para isso? Você já sabe onde estão todas as coisas!

Avanço da medicina…

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Um homem, não agüentando mais sofrer de “complexo de pau pequeno”, procurou o médico para saber se havia tratamento possível para o seu caso.
O médico animou-o:
– Hoje dispomos de técnicas realmente inovadoras e revolucionárias para casos como o seu.
– Como assim, doutor?
– A antiga equipe do Dr. Braulio desenvolveu na África do Sul a técnica de transplante de tromba de filhote de elefante. O doador é sempre um bebê elefante prematuro. O que para eles é coisa de bebê, para nós torna-se um instrumento invejável.
Depois de se certificar que a técnica era realmente exitosa e sem riscos, o complexado entrou na faca. A cirurgia foi um sucesso, a convalescença transcorreu normalmente e o transplantado foi para casa radiante. Sua primeira providência foi convidar a namorada para jantar num restaurante fino, onde, em ambiente romântico, ao som de violinos e à luz de candelabros, e tomando todos os cuidados para evitar chocá-la, daria finalmente a notícia do que fizera, até então, às escondidas.
Mas, antes de entrar no assunto, quando ainda estavam nos aperitivos, súbito o novo pênis saiu das calças, tateou a mesa, agarrou um pãozinho e desapareceu rapidamente. A luz mortiça daquele canto do restaurante não permitiu que a moça formasse convicção sobre o que acabara de ver com os próprios olhos.
Entre espantada, insegura e maravilhada, ela perguntou:
– O que era aquilo!
O rapaz começou a balbuciar uma resposta quando, de repente, o pênis regressou, pegou outro pãozinho e desapareceu tão rapidamente quanto da primeira vez. Dessa vez, contudo, a moça não teve mais dúvida.
Ficou silenciosa por um instante, com um malicioso prenúncio de sorriso iluminando toda a face, e finalmente falou:
– Acho que não acredito no que acabo de ver. Você pode repetir?
Com um sorriso amarelo, e uma lágrima no canto do olho esquerdo, nosso herói respondeu:
– Querida, eu gostaria, mas acho que o meu fiofó não aguenta outro pãozinho!

Início de carreira…

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Um jovem ginecologista, recém formado, atende a uma garota de fechar o comércio. Ele pede para ela se despir, mas abandona a ética profissional imediatamente quando a vê nua sobre a mesa ginecológica. Ele não resiste e passa a mão sobre aquela pele lisa e sensual.
– Você entende o que estou fazendo?
A moça responde:
– O senhor está fazendo um teste dermatológico?
– Exato – mente o médico.
Ele, então, acaricia os seios duros e empinados da moça. E novamente pergunta:
– Você entende o que estou fazendo?
– O senhor está verificando se eu tenho algum tumor no seio?
O médico mente mais uma vez:
– Exato!
Não resistindo, vendo aquelas pernas abertas, ele abaixa as calças e começa a transar com a paciente.
– E agora, você entende o que estou fazendo?
– Sim doutor. O senhor está contraindo herpes, que é o motivo pelo qual estou aqui…