
Ereção impossível…
Imagem
Um sujeito não conseguia mais ter ereções. É, o bonequinho não levantava mais nem a base de batida de catuaba com amendoim. Se é que isso ajuda a levantar o boneco de alguém…
Então, ele segue o conselho do Pelé e vai procurar um médico. O doutor avalia o caso e lhe receita vários remédios, mas nenhum deles faz efeito.
Depois de seis meses de tentativas, o médico desiste e o encaminha para um psicólogo.
Mais seis meses de análise e nenhuma melhoria acontece, a não ser na conta do psicólogo. O analista, com dó do rapaz, indica uma bruxa. A última esperança do pobre infeliz…
A bruxa, depois de entender qual é o problema, diz:
– Tenho o que o senhor precisa! – e, pegando um vidrinho cheio de pó, continua – Tome o conteúdo deste vidro e diga: “Um-dois-três”.
O cara olha a velha com dúvida, então ela continua:
– Em questão de segundos, o senhor terá o mais belo e rígido membro. Mas cuidado! Isso só funciona uma vez por ano. Infelizmente, é a única coisa que posso lhe oferecer… Por módicos mil reais…
O sujeito esperava mais, pagando menos, mas… como fazia mais de um ano que ele não descabelava o palhaço, o acordo foi feito. Antes de sair, o cara pergunta:
– E como é que eu faço para meu boneco ficar mole de novo?
– Fácil! É só repetir novamente: “Um, dois, três”.
Quando o sujeito volta para casa, ele toma o pó e, uma vez na cama, ao lado da mulher ele diz:
– “Um, dois, três”.
Quase que imediatamente, o membro fica mais duro que nunca.
Ele sorri até as orelhas e vira-se para a mulher…
Nessa hora ela pergunta para ele, sorrindo:
– Meu bem, porque você disse “Um, dois, três”?
Deve ser o Joãozinho…
Imagem

Solução simples…
Imagem
O homem vai ao psicólogo desesperado:
– Doutor, estou com um problema muito sério! Estava dormindo e achei que tinha alguém embaixo da minha cama, aí fui pra baixo dela e achei que tinha alguém em cima, daí subi e achei que tinha alguém embaixo…
– Já entendi… – diz o psicólogo – Olha, meu amigo, o seu problema é sério. Você vai ter que passar por um tratamento. Vai vir aqui três vezes por semana durante quatro anos e, cada sessão, custará duzentos reais!
– Ih, doutor, não sei se vou poder pagar. Vou pensar durante essa semana e te ligo.
– Tudo bem. – responde o psicólogo, achando que vai faturar uma grana fácil.
Uma semana depois o paciente liga para o médico:- Olá, doutor, tudo bem?
– Tudo ótimo, e com você? Pensou se vai fazer o tratamento?- Pensei sim, doutor… Mas não vou precisar de tratamento, já estou curado.
– Curado? Como você conseguiu se livrar daquele problema que estava te perseguindo?
– Ah, foi simples, doutor… Um marceneiro resolveu o meu problema por dez reais!
– Dez reais? Um marceneiro? Mas como?
– Ah… Ele serrou o pé da cama!
Vai que ele aceita…
Imagem

Cabeça de homem…
Imagem
Um menino de quatro anos está tomando banho, segura seu testículo e pergunta para a mãe:
– Mãe, isto aqui é o meu cérebro?
E a mãe responde:
– Ainda não, meu filho.
O maldito apagão aéreo…
Imagem
Nos últimos dias, toda vez que ligo a TV o assunto é o mesmo: a crise nos aeroportos.
O empenho das emissoras (Globo, SBT, Record e outras) em fazer a cobertura completa é, no mínimo, estranho. Qual seria o real interesse da imprensa?
Não posso responder a esta pergunta, mas posso dizer que não estou nem um pouco interessado neste assunto. Afinal, não sou afetado por este “apagão aéreo” por um motivo simples: Eu, como a maioria esmagadora dos brasileiros, não utilizo este meio de transporte.
Me atrevo a afirmar que muitos brasileiros morreram e outros tantos morrerão sem ter sequer entrado num avião.
Estou farto de receber informações que não pedi. A imprensa poderia se preocupar com outras coisas que afetam muito mais pessoas no dia a dia.
Quer um exemplo neste mesmo tema?
Moro em São Paulo e outro dia precisei ir para casa de ônibus. Esperei mais de 40 minutos para entrar num veículo velho, sujo e barulhento. Paguei R$ 2,30 para ser transportado nessa obra prima da engenharia mecânica, conduzida por um gentil motorista, durante 45 minutos por ruas esburacadas, instalado confortavelmente em pé, uma vez que todos os assentos estavam ocupados.
Estava tão irritado com tudo isso que nem percebi se algum repórter tentou me entrevistar…
Um mero detalhe é que moro a apenas 10Km de distância do trabalho e faço o trajeto de carro, num dia de muito trânsito, em meia hora.
Agora, imagine que milhares de pessoas (ou seriam milhões?) utilizam este fabuloso meio de transporte para percursos muito maiores, duas vezes por dia. O sujeito sai de casa às 4hs para chegar no trabalho às 8hs. Sai do trabalho às 17hs e chega em casa às 21hs.
Certamente é esse pobre coitado que está interessado no “apagão aéreo”…
Me corrijam se eu estiver dizendo besteira, mas nunca vi empenho da imprensa em divulgar este absurdo que ocorre diariamente.
Talvez o povo já esteja acostumado a ser maltratado e nem se importe mais com isso.
Talvez, estes pobres cidadãos estejam se divertindo ao ver que, pelo menos dessa vez, a corda arrebentou do outro lado…
Opa! Acho que acabei de descobrir o interesse da imprensa: Mostrar ao pobre que ele perdeu até a exclusividade de ser maltratado…
Nova função para o seu notebook…
Imagem

Dúvida infantil…
Imagem
O menino pergunta para o pai:
– Pai, você já viu uma vagina?
– Sim, meu filho – responde o pai assustado – Por quê?
– É que eu queria saber como ela é!
– Hmmm… – o pai pensa um pouco – Antes ou depois do sexo?
– Antes.
– É como uma bela rosa com todas as suas pétalas.
– E depois do sexo?
– Você já viu um bulldog comendo maionese?
Não sei não…
Imagem
