O soldado…

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Um soldado chegou correndo a uma encruzilhada na estrada e encontrou uma freira.
Sem fôlego, ele pediu:
– Por favor, irmã, posso me esconder debaixo do seu hábito por um momento? Eu lhe explicarei o motivo mais tarde…
Um instante após, dois soldados da Polícia do Exército chegam correndo e perguntam freira:
– Irmã, a senhora viu um soldado correndo por aqui?
A freira respondeu:
– Ele foi por ali!
Após os dois PE sumirem na curva, o soldado saiu debaixo do hábito da freira e disse:
– Não posso lhe agradecer o suficiente, irmã, mas é que eu não quero ir para o Iraque…
A irmã responde:
– Acho que posso compreender inteiramente seus temores…
O soldado então disse:
– Espero que a senhora não me ache impertinente ou rude, mas a senhora tem um belo par de pernas…
Ao que a freira retrucou:
– Se você tivesse olhado mais para cima um pouco, também teria visto um belo par de testículos… é que eu também não quero ir para o Iraque…

O pote 13…

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O cara estava andando pela rua e viu uma placa dizendo:
“Clínica Médica: tratamos qualquer doença; resultado garantido ou seu dinheiro de volta em dobro” e pensou: “Esses caras tão se achando espertos, vou enganá-los e ainda tirar uma grana”.
Entrou na clínica, pagou a consulta e o médico o recebeu sorridente: “Pois não, o que o traz até aqui?”
“Doutor, estou aqui com um grande problema, perdi meu paladar, não consigo sentir mais o gosto de nada; água, café, feijão, arroz, tem tudo a mesma falta de gosto.”
E o médico: “Ah, pois não. Enfermeira, por favor o pote número 13.”
E veio o pote cheio de merda; o médico encheu uma colher e enfiou na boca do paciente.
“O que é isso? O senhor me deu merda?! Tá doido?”
E o médico imediatamente: “Pronto, recuperou seu paladar, está curado!”
O cara saiu p. da vida pensando: “Desgraçado, me pegou dessa vez; mas agora tenho que recuperar minha grana!”
Uns dias depois entrou na clínica, pagou novamente a consulta e…
“Ora, ora, o senhor aqui de novo?!” – perguntou o médico.
E o paciente: “Como assim, de novo? Quem é o senhor, quem sou eu? Perdi minha memória. O que estou fazendo aqui?”
O médico sem pestanejar: “Ah, pois não, enfermeira, o pote 13.”
“O pote 13 de novo não!!!”
“Maravilha, recuperou a memória, está curado!”
E o cara, p. da vida: “Mas que safado! Levou meu dinheiro de novo. Não é possível Dessa vez não vou dar chance…”
Uma semana depois tava ele de novo: “Mas vejam só, o senhor novamente! Em que posso ajudá-lo dessa vez?”
“Pois é doutor, estou acabado dessa vez… Perdi o tesão. Não tenho mais vontade de comer ninguém. Vejo a Luise Alhtenhofen, a Carla Perez, a dançarina do Latino e nada… Não tenho mais vontade nenhuma…”
O médico pensou um pouco e solicitou: “Enfermeira, o pote…”
“Se vier com essa porcaria de pote 13 mais uma vez vou f%$#@ o senhor, vou f%$#@ essa enfermeira filha da p%$¨@, vou f%$#@ todo mundo!”
“Pronto, já recuperou seu tesão novamente, está curado!”

A revolta da galinha…

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Deus criou o mundo em 7 dias. No sétimo dedicou-se ouvir as reclamações.
A primeira a apresentar protestos foi a girafa:
– Pô, Deus! Que sacanagem é esta? Este meu pescoço enorme é ridículo!
– Calma dona Girafa! Tudo foi muito bem pensado. Com esse pescoço comprido, além de a senhora poder comer as folhas mais tenras, do alto das árvores, vai poder perceber a aproximação do inimigo antes dos outros animais e assim se defender.
A girafa ouviu as explicações e ficou convencida de que Deus, afinal, tivera uma boa idéia.
Logo depois entrou o elefante, Injuriado:
– Caramba, Deus! Eu sou enorme de gordo e tenho esta tromba toda na minha cara. Isto é sacanagem!
Deus, pacientemente, explicou:
– Com esse tamanho todo, nem o Leão, que é o rei da selva, terá coragem de te enfrentar e, além do mais, graças a essa tromba, você é o único animal que pode tomar banho de chuveirinho…
O elefante ponderou e chegou à conclusão que Deus tinha razão.
O terceiro bicho da fila era a galinha, que já entrou metendo o pé na porta:
– Não quero saber de explicações! Ou aumenta o fiofó, ou diminui o ovo!!!

Meteorologia indígena…

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Com a aproximação do inverno, os índios foram ao cacique perguntar:
– Chefe, o inverno este ano será rigoroso ou ameno?
O chefe, vivendo tempos modernos, não tinha aprendido como seus ancestrais os segredos da meteorologia. Mas claro, não podia demonstrar insegurança ou dúvida.
Por algum tempo olhou para o céu, estendeu as mãos para sentir os ventos e em tom sereno e firme disse:
– Teremos um inverno muito forte… é bom ir colhendo muita lenha!
Na semana seguinte, preocupado com o chute, foi ao telefone e ligou para o Serviço Nacional de Meteorologia e ouviu a resposta:
– Sim. O inverno deste ano será muito frio!
Sentindo-se mais seguro, dirigiu-se a seu povo novamente:
– É melhor recolhermos muita lenha… Teremos um inverno rigoroso!
Dois dias depois, ligou novamente para o Serviço Meteorológico e ouviu a confirmação:
– Sim… Este ano o inverno será muito rigoroso!
Voltou ao povo e disse:
– O inverno será muito rigoroso. Recolham todo pedaço de lenha que encontrarem, teremos que aproveitar até os gravetos.
Uma semana depois, ainda não satisfeito, ligou para o Serviço Meteorológico outra vez:
– Vocês têm certeza de que teremos um inverno tão rigoroso assim?
– Sem dúvida, responde o meteorologista de plantão. Este ano teremos um frio muito, muito intenso.
– Como vocês têm tanta certeza assim?
– É que este ano os índios estão recolhendo lenha pra cacete…