O galo Chucky…

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Lá no interiozão americano, o velho fazendeiro foi ao cinema da cidadezinha.
O bilheteiro perguntou:
– O que é isso no seu ombro?
– Isso é Chucky, o meu galo de estimação, onde eu vou, levo ele comigo.
– Sinto muito senhor, mas não permitimos animais no cinema.
O velho foi até esquina e enfiou o bicho dentro do macacão, no’baixo ventre. Voltou, comprou o bilhete e entrou. Estava começando o filme e o velho sentou-se ao lado de duas velhinhas viúvas.
Abriu a braguilha para o galo respirar e o bicho botou o pescoço pra fora, todo feliz.
A velha ao seu lado cochichou pra outra:
– Acho que o cara ao meu lado é um tarado.
A outra cochichou:
– Porque?
– O cara botou o negócio pra fora!
– Ah, não se preocupe, na nossa idade nós já vimos de tudo.
– Eu também pensava a mesma coisa, mas o negócio tá comendo a minha pipoca!!!

Língua solta…

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Numa cidade do interior, o Promotor de Justiça chama sua primeira testemunha, uma velhinha de idade bem avançada.
Para começar a construir uma linha de argumentação, o Promotor pergunta à velhinha:
– Dona Genoveva, a senhora me conhece, sabe quem sou eu e o que faço?
– Claro que eu o conheço, Vinícius! Eu o conheci bebê. E, francamente, você me decepcionou. Você mente, trai sua mulher, manipula as pessoas, espalha boatos e adora fofocas. Você acha que é influente e respeitado na cidade, quando na realidade é apenas um coitado. Ah, se eu o conheço! Claro que conheço!
O Promotor fica petrificado, incapaz de acreditar no que estava ouvindo. Ele fica mudo, olhando para o Juiz e para os jurados.
Sem saber o que fazer, aponta para o advogado de defesa e pergunta à velhinha:
– E o advogado de defesa, a senhora o conhece?
A velhinha responde imediatamente:
– O Robertinho? É claro que eu o conheço! Desde criancinha. Eu cuidava dele para a Marina, a mãe dele. E ele também me decepcionou. É preguiçoso, puritano, alcoólatra e sempre quer dar lição de moral nos outros sem ter nenhuma para ele. Ele não tem nenhum amigo e ainda conseguiu perder quase todos os processos em que atuou.
Neste momento, o Juiz pede que a senhora fique em silêncio, chama o promotor e o advogado perto dele, se debruça na bancada e fala baixinho aos dois:
– Se algum de vocês perguntar a esta velha filha da puta se ela me conhece, vai sair desta sala preso! Fui claro?!?

Experiência interessante…

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Em uma região remota da África do Sul, um grupo de maridos se submeteu voluntariamente a um teste que consistia em escutar durante todo o dia sua esposa, sem contestá-la e nem contrariá-la.
Só era permitido dizer: ”Sim, querida” e ”Você tem razão“.
Também deveriam visitar diariamente sua sogra, conversar o que elas gostassem e elogiar todas as comidas que elas preparassem.
Depois de três semanas, o estudo chegou a algumas conclusões, que foram registradas em uma foto, que exibimos na seqüência:

Enólogo x Caipira…

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Diálogo entre um enólogo e um caipira:

– Hummm… Hummm…
– Eca!
– Eca? Quem falou Eca?
– Fui eu, sô! O senhor num acha que esse vinho tá com um gostim estranho?
– Que é isso?! Ele lembra frutas secas adamascadas, com leve toque de trufas brancas, revelando um retrogosto persistente, mas sutil, que enevoa as papilas de lembranças tropicais atávicas …
– Putaqueopariu! E o senhor cheirou isso tudo aí no copo, sô?
– Claro! Sou um enólogo laureado. E o senhor?
– Cebesta, eu não! Sou isso não senhor!!! Mas que isso aqui tá me cheirando iguarzinho à minha egüinha Gertrudes depois da chuva, lá isso tá!
– Ai, que heresia! Valei-me São Mouton Rothschild!
– O senhor me desculpe, mas eu vi o senhor sacudindo o copo e enfiando o narigão lá dentro. O senhor tá gripado, é?
– Não, meu amigo. São técnicas internacionais de degustação, entende?
– Entendo. Lá no bar do Tiramãodaí a gente tumém tem umas mania esquisita…
– Ah, é? Os senhores também praticam degustação?
– Não, senhor, só engolição. A gente olha bem a marvada, assim, contra o sol, que é pra ver se num tem barata dentro. Depois joga um tiquim pro santo e manda ver! A danada desce que só vendo! Sai carrascando tudo, bate lá no bucho e sobe qui nem rojão na festa da Trindade. Com meia dúzia, o pessoar já sai avançando nas saia das comadre que é um desassossego! Às veiz sai inté tapa!
– Disgusting!
– Nossa Senhora! Nem me fale! Um desgosto danado! Já teve casamento desmanchado e tudo…
– Caso queira, posso ser seu mestre na arte enológica. O senhor aprenderá como segurar a garrafa, sacar a rolha, escolher a taça, deitar o vinho e, então…
– E antão molhar o biscoito, né? Tô fora, seu frutinha adamascada!
– O querido não entendeu. O que eu quero é introduzi-lo no…
– Mas num vai introduzir mas é nunca! Desafasta, coisa ruim!
– Calma! O senhor precisa conhecer nosso grupo de degustação. Hoje, por exemplo, vamos apreciar uns franceses jovens…
– Hã-hã… Eu sabia que tinha francês nessa história lazarenta!
– O senhor poderia começar com um Beaujolais!
– Num beijo lé, nem beijo lá! Eu sô é homem, safardana!
– Então, que tal um mais encorpado?
– Óia lá, ocê tá brincando com fogo…
– Ou, então, um suave fresco!
– Seu moço, tome tento, que a minha mão já tá coçando de vontade de lhe meter a mão na sua cara desavrigonhada!!!
– Já sei: iniciemos com um brut, curto e duro. O senhor vai gostar!
– Num vô não, fio de um cão! Mas num vô, mermo! Num é questão de tamanho e firmeza, não, seu fióte de brabuleta. Meu negócio é outro, qui inté rima com brabuleta…
– Então, vejamos, que tal um aveludado e escorregadio?
– E que tal a mão no pédouvido, hein, seu fióte de Belzebu?
– Pra que esse nervosismo todo? Já sei, o senhor prefere um duro e macio, acertei?
– Eu vou acertar é um tapão nas suas venta, cão sarnento! Engolidor de rolha!
– Mole e redondo, com bouquet forte?
– Agora, ocê pulou o corguin! E é um… e é dois… e é treis! Num corre, não, fiodaputa! Vorta aqui que eu te arrebento, seu bicha fedorento…

Tinha que ser o Joãozinho…

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Na aula de religião a freira pergunta aos meninos e meninas da turma:
– Qual é a parte do corpo que chega primeiro ao céu?
Uma menininha levanta o braço e diz:
– As mãos, irmã.
– E porquê?
– Porque quando rezamos, elevamos as mãos ao céu.
Nisto, Joãozinho pede licença à professora e contesta:
– Não são as mãos não! São os pés!
– Os pés, Joãozinho? E porquê? – pergunta a freira.
– Bem, esta noite, fui ao quarto dos meus pais. A minha mãe estava com ambas as pernas levantadas, os pés no ar, e gritava: “Meu Deus, meu Deus, estou indo… estou indo”… Ainda bem que o meu pai estava em cima dela, segurando, porque senão ela ia mesmo…

A primeira vez…

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Minha primeira vez foi assim…

O céu estava claro,
A lua quase dourada,
Ali no campo eu e ela,
E não se via mais nada.

A pele suave,
Ela de quatro,
As ancas expostas,
Os quadris largos,
E eu tocando de leve,
O macio de suas costas.

Não sabendo começar,
Olhei o corpo esguio.
E decidi pôr as mãos,
Sobre seus peitos macios.
Eu sentia medo.
Meu coração forte batia,
Enquanto ela bem lentamente,
As firmes pernas abria.

Vitória! Eu consegui!
Tudo então melhorou.
Pelo menos desta vez,
O líquido branco jorrou.

Finalmente tudo acabou,
E quase saio de maca.
Foi assim a primeira vez
Que eu tirei leite da vaca.

Aposto que você pensou besteira…rsrsrs