Essas sogras maravilhosas…

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A garota chega para mãe, reclamando do ceticismo do namorado.
– Mãe, o Mário diz que não acredita em inferno!
– Case-se com ele minha filha e deixe comigo que eu o farei acreditar!

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O homem leva um susto ao ouvir de sua cartomante:
– Em breve sua sogra morrerá de forma violenta.
Imediatamente ele pergunta à vidente:
– Violentamente? E eu? Serei absolvido?
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Na delegacia, aparece um cidadão e diz que quer confessar. O delegado pergunta:
– O que aconteceu?
E o homem:
– Doutor eu matei minha sogra!
– Bem meu filho, você cometeu esse crime mas deveria estar muito alterado, não se importe, vá pra casa e descanse. Está tudo bem…
– Mas doutor eu enterrei a velha!
– Ah meu filho, viu que boa alma você é? Enterrou a sua sogra e assim já evitou toda aquela burocracia…
– Doutor! Mas quando eu a estava enterrando ela gritava que ainda estava viva!
– Ô meu filho e você não sabe que toda a sogra é mentirosa?
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Um homem encontra seu amigo na rua e lhe diz:
– Cara, você é igualzinho a minha sogra, a única diferença é o bigode!
O amigo fala:
– Mas eu não tenho bigode!
– Mas minha sogra tem.
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Um cara foi a delegacia e disse:
– Eu vim dar queixa, pois a minha sogra sumiu.
O delegado pergunta:
– Há quanto tempo ela sumiu?
– Duas semanas – respondeu o genro.
– E só agora é que você me fala?
– É que custei a acreditar que eu tivesse tanta sorte!
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A sogra do cara morreu e lhe perguntaram:
– O que fazemos? Enterramos ou cremamos?
– Os dois! Não podemos facilitar!
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O cara voltava do enterro de sua sogra, quando ao passar por um prédio em obras um tijolo caiu lá de cima e quase acertou a cabeça dele…
O homem olhou pra cima e gritou:
– Já chegou aí, sua desgraçada? E ainda continua com má pontaria!
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– Querido, onde está aquele livro “Como viver 100 anos?”
– Joguei fora!
– Jogou fora? Por que?
– É que a sua mãe vem nos visitar amanhã e eu não quero que ela leia essas coisas!
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Na sala de espera de um grande Hospital, o médico chega para um cara muito nervoso e diz:
– Tenho uma péssima noticia para lhe dar… A cirurgia que fizemos em sua mãe…
– Ah!, ela não é a minha mãe… É a minha sogra, doutor!
– Nesse caso então, tenho uma boa noticia para lhe dar!
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O cara chega pro amigo e fala:
– Minha sogra morreu e agora fiquei em dúvida, não sei se vou trabalhar ou se vou pro enterro dela… O que é que você acha?
E o amigo:
– Primeiro o trabalho, depois a diversão!
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O sujeito bate à porta de uma casa e assim que um homem abre ele diz:
– O senhor poderia contribuir com o Lar dos Idosos?
– É claro! Espere um pouco que eu vou buscar a minha sogra!
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Qual a punição por bigamia?
Resposta: Duas sogras
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A mulher comenta com o marido:
– Querido, hoje o relógio caiu da parede da sala e por pouco não bateu na cabeça da mamãe…
– Maldito relógio! Sempre atrasado…

Correspondência de cores…

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Há muitos anos atrás, na época dos piratas havia um capitão de um navio que cada vez que via um navio aproximar-se em posição de atacar, virava-se para o marinheiro e dizia:
– Tragam-me a minha camisa vermelha!
E eles assim o faziam, até que um dia um marinheiro virou-se para o capitão e perguntou:
– Ó capitão porque é que pede sempre a sua camisa vermelha antes de lutar?
E o capitão respondeu:
– É para que se eu começar a sangrar vocês não notarem e continuarem a lutar com bravura.
Um dia o capitão olhou para o horizonte e reparou que se dirigiam para eles três navios, o capitão virou-se para os marinheiros e disse:
– Tragam-me a minha calça marron!

Tolerância zero…

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Um mecânico esta desmontando o cabeçote de uma moto, quando ele vê na oficina um cirurgião cardiologista muito conhecido.
Ele está olhando o mecânico trabalhar.
O mecânico pára e pergunta:
– Ei, doutor, posso lhe fazer uma pergunta?
O cirurgião, um tanto surpreso, concorda e vai até a moto na qual o mecânico está trabalhando.
O mecânico se levanta e começa:
– Doutor, olhe este motor. Eu abro seu coração, tiro válvulas, conserto-as, ponho-as de volta e fecho novamente e, quando eu terminei, ele volta a trabalhar como se fosse novo. Como então que eu ganho tão pouco e o senhor tanto, quando nosso trabalho praticamente é o mesmo?
O cirurgião deu um sorriso, se inclina e fala baixinho ao mecânico:
– Tente fazer isso com o motor funcionando…

Manda quem pode…

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O chefe de um departamento, sentindo que seus subordinados não respeitavam sua liderança, resolveu colocar uma placa na porta de seu escritório onde se lia:
“Aqui quem manda sou eu”.
Após ter voltado de uma reunião, viu o seguinte bilhete pregado junto à placa:
“Sua esposa ligou e pede para que devolva a placa”.

O caipira e o português…

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O caipira chega ao armazém e pede um quilo de alpiste. O português avisa:
– Tens que me trazer o passarinho!
– Como assim?- estranhou o caipira.
– Acontece que o alpiste esta em falta e eu só vendo pra quem precisa! Se não for consumir, não leva alpiste!
– Contrariado, o caipira busca o passarinho, desconfiado que o português estivesse querendo tirar uma da cara dele. Volta dias depois para comprar milho.
– Tens que me mostrar as galinhas! – avisa o português.
– Mas isso é um absurdo! Nunca vi uma coisa dessas! – esbraveja o caipira.
Mas o português é irredutível:
– Sem galinha, não leva milho!
O caipira busca as galinhas e leva o milho!
Dias depois, o caipira volta trazendo duas latas, que bota em cima do balcão. Chama o português e pede pra ele enfiar as duas mãos dentro das latas. O dono do armazém obedece. E o caipira diz:
– Agora, por favô, o senhor pode me vendê dois rolo de paper higiênico?

Caçando o caçador errado…

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Dois homens estavam caçando, quando aparece um guarda florestal e pediu as respectivas licenças. Mal o guarda fez o pedido, um dos tipos saiu em disparada, fugindo correndo…
Durante mais de um quilometro foi seguido pelo guarda, que finalmente o alcançou e disse:
– Ora, vamos lá ver então essa sua licença…
O homem apresenta a licença completamente em ordem.
O guarda não entende nada e pergunta:
– Você pode me explicar porque fugiu se tinha licença?
A resposta vem rápida:
– Pois é, mas o meu colega não tinha!

Escrevendo bem…

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O gerente de vendas recebeu o seguinte fax de um dos seus novos vendedores:
“Seo Gomis o criente de Belzonte pidiu mais cuatrucenta pessa. Faz favor toma as providenssa. Abrasso, Nirso.”
Aproximadamente uma hora depois, recebeu outro:
“Seo Gomis, os relatório di venda vai xega atrazado proque to fexando umas venda. Temo que manda treis miu pessa. Amanhã tô xegando. Abrasso, Nirso.”
No dia seguinte: “Seo Gomis, num xeguei pucausa de que vendi maiz deis miu em Beraba. To indo pra Brazilha. Abrasso, Nirso.”
No outro: “Seo Gomis, Brazilha fexo 20 miu. Vo pra Frolinoplis e de lá pra Sum Paulo no vinhão das cete hora. Abrasso, Nirso”.
E assim foi o mês inteiro…
O gerente, muito preocupado com a imagem da empresa, levou ao presidente as mensagens que recebeu do vendedor. O presidente, um homem muito preocupado com o desenvolvimento da empresa e com a cultura dos funcionários, escutou atentamente o gerente e disse:
– Deixe comigo, que eu tomarei as providências necessárias.
E tomou. Redigiu de próprio punho um aviso e afixou no mural da empresa, juntamente com as mensagens de fax do vendedor:
“A parti de oje nois tudo vamo fazê feito o Nirso. Si priocupá menos em iscrevê serto, modi vendê maiz.
Acinado, O Prizidenti.”

Fumante inveterado…

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O bêbado inveterado vai ao médico, acompanhado de sua esposa.
– Qual o problema? – pergunta o médico.
– É que eu sinto náuseas, dores no corpo, estou sempre cansado…
– O senhor fuma?
– Três maços por dia!
– Aí está o problema, meu amigo! Pare de fumar imediatamente e logo voltará a ter uma saúde de ferro.
Feliz com o diagnóstico, despediu-se do médico e assim que pôs os pés na rua, a esposa perguntou-lhe:
– Que história é essa de fumar três maços por dia? Você nunca colocou um cigarro na boca!
– Eu sei, meu bem! Mas se eu dissesse que não fumava ele iria perguntar se eu bebia… aí me toca parar de beber!

Podela…

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Num pequeno vilarejo, no meio do estado de Minas havia um armazém cujo dono, Seu Zé, se gabava de ter tudo, qualquer coisa que se pedia no balcão. Se não tinha, fazia questão de encomendar a qualquer custo, só para atender o cliente. Com isso a fama dessa mercearia se espalhou por toda a região, e vinha gente de toda parte procurar coisas que não se achava nem na capital BH.
Sabendo disso, um paulista daqueles bem folgados, estava de férias passando por Minas e decidiu conhecer esse tal Zé do armazém.
Chegando lá, pediu uma barra de direção para sua pick up importada, o Zé foi lá no fundo, e depois de alguns minutos voltou com a tal peça.
O paulista, espantado, pensou:
– Não é possível que esse cara tenha tudo aí, vou tirar um barato da cara dele. Voltou para o hotel e ficou a noite toda pensando em como iria pegar o cara da venda. Pensou bem e no outro dia foi até o armazém e chegando no balcão, pediu:
– O Zé, você tem “Podela”?
O dono da venda olhou espantado, coçou a cabeça e pensou: “Podela”? Que diabos e isso? Nunca ouvi falar… E agora? Se eu deixar de atender esse cara ai todo metido, meu estabelecimento vai perder a fama e a clientela vai sumir! O que eu faço?
Pensou, pensou, foi até o depósito, voltou e disse ao paulista:
– Olha, tá em falta, mas vou encomendar e amanhã cedo o senhor passa aqui e pega, são R$ 10,00 o quilo.
O paulista, meio desconsertado com a resposta do Mineiro, voltou para o hotel pensando: O que será que esse mineiro vai achar com esse nome?
O mineiro fez de tudo, ligou para todos os seus fornecedores de produtos brasileiros e até no exterior, mas ninguém fazia nem idéia do que seria aquilo. Então ele percebeu que o paulista estava de sacanagem com ele e decidiu dar o troco.
No almoço, o mineiro comeu aquela feijoada, de noite foi ao banheiro e prrrrrrrruhhhh. Fez aquele “trem” enorme e fedorento. Pegou o troço com uma pazinha e botou no forno por umas 3 horas até que virasse uma pedra bem dura. Aí, colocou tudo no moedor, embalou e deixou em cima do balcão com a devida identificação.
No outro dia chega o paulista todo imponente com um sorriso no rosto, e, já esboçando um ar de vitória disse:
– Conseguiu encontrar minha encomenda?
– Claro está aqui – disse o mineiro, mostrando o saquinho no balcão.
– O paulista então pediu:
– Me veja 2kg.
– Estão aqui, são 20 reais.
Então, o paulista, curioso, pegou um bocado do pó, experimentou uma pitada, pediu uma colher encheu e mandou ver, tentando descobrir o que era aquilo…
– Isso aqui é bosta!
O mineiro então riu e disse:
– Não, isso é o pó dela.