Erro de estratégia…

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Zeca vai pescar no pantanal com seu amigo Dinho. Eles estão viajando na picape quando são surpreendidos à noite por uma tempestade que os impede de seguir adiante. Eles vêem uma fazenda, e entram para ver se conseguem um lugar para passar a noite. Quem abre a porta é uma mulher linda, que está visivelmente constrangida:
– Eu fiquei viúva recentemente, e acho que vai ficar muito mal para minha reputação se vocês dormirem aqui.
– Não se preocupe – diz o Zeca – podemos dormir no celeiro.
Nove meses depois, Zeca recebe uma carta do advogado da viúva. Ele liga para o Dinho e diz:
– Dinho, você lembra aquela viúva gostosa naquela fazenda onde nós passamos a noite a nove meses?
– Lembro sim – responde Dinho.
– Você não teria ido no meio da noite – continua Zeca – para o quarto dela e dado uma trepada?
– Bem… Tenho que confessar que sim.
– E você não teria por acaso dado o meu nome a ela ao invés do seu?
Dinho fica vermelho de vergonha e responde:
– Bem… é verdade!
Zeca responde:
– Então, muito obrigado! Ela acabou de morrer e deixou tudo para mim!

O Caipira e o supositório…

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Cláudio estava sentindo fortes dores nas costas, mas como era caipira da gema, não queria ir ao médico de jeito nenhum. Até que, depois de sua mulher Gislaine insistir muito, ele concordou em ir. Mas ela fez questão de ir junto. Enquanto ele era examinado, sua esposa esperava do lado de fora. E o médico disse:
– Não é nada grave, só uma inflamação… Você coloca esse supositório e fica tudo bem!
– Brigado, dotô… – disse o caipira, saindo da sala.
Do lado de fora, Gislaine foi logo perguntando:
– I aí, Cráudio? Como foi, homi?
– Eu só perciso usá esse negóço aqui… Chama “suipostório”!
– Mais comé qui si usa isso, homi?
– Uai… – disse ele, colocando a mão na cabeça – Sei lá eu, sô!
– Intão vorta lá, uai! Ocê tá pagano, ele tem qui ti ixpricá!
– Ai… O homi vai ficá brabo!
– Vai lá i num recrama, Cráudio!
E lá se foi o Cláudio:
– Dotô! Onde foi qui o sinhô mandô colocá o suipostório memo?
– No reto. Supositórios são para colocar no reto.
– Brigado, dotô… – disse ele, saindo da sala.
– I aí, Cráudio – perguntou Gislaine.
– Eu perciso colocá isso aqui no reto! – disse ele.
– Mais onde é qui fica esse negóço, Cráudio!
– Uai… Eu sei lá!
– Mais ocê tá pagano! Ele tem que ixpricá tudo! Trata di vortá e perguntá!
– Mas o homi vai ficá brabo, Gislaine…
– Vai logo, Cráudio!
E lá estava o caipira de novo na sala do médico.
– Ondi é memo qui tem qui colocá o troço, dotô?
– No reto – explicou o médico, calmamente – No final da coluna cervical…
– Brigado, dotô! – e saiu da sala.
– Pronto, Gislaine – explicou ele pra sua esposa – É só eu colocá no reto, qui fica no finár da coluna cervicár!
– Ai, Cráudio! Mais o que é essa tár de cervicár?
– Ih, isso eu já num sei…
– INTÃO VORTA LÁ, HOMI!
E lá se foi ele mais uma vez.
– Dotô… Disculpa… Mais onde foi memo que o sinhô falô pra infiá o negocinho?
– No cu, Cláudio! No cu! Enfia no cu!
Cláudio saiu da sala do médico e comentou com a esposa:
– Viu, Gislaine… Eu num falei que o homi ia ficá bravo?

Quem fala o que quer…

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Um machista cafajeste acabou sendo chutado pela mulher, que acabou se casando com um homem bom, generoso, amante, etc…
Um dia, o machista cruza com a ex na rua. Ele não se contém e lança com uma voz sarcástica:
– Então, o que o seu novo marido está achando de comer uma perseguida de segunda mão?
A ex-mulher não perde o prumo:
– Ele adora… Principalmente depois que ele ultrapassa a parte que já foi usada…

Problemas de comunicação…

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É muito comum casais terem problemas de comunicação porque as mulheres nunca dizem claramente o que querem e os homens não se esforçam para entender.
A história abaixo ilustra é bem isso.
A mulher, querendo um carro esporte novo, virou-se para o marido e disse:
– Meu amor, meu aniversário está chegando, quero um presente surpresa. Para te ajudar, vou dar uma dica: Quero algo que vá de zero a cem em menos de 5 segundos. Pode ser de qualquer cor.
No dia do aniversário ela ganhou uma balança de banheiro novinha, cor-de-rosa.

O marido ainda está desaparecido.